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  • Festival de dança reúne mais de mil bailarinos no Cine Theatro Brasil

    BH em Dança acontece dias 28 e 29 de março em Belo Horizonte Foto: Divulgação X Dance Fest Online Carolina Pessoa Rádio Nacional Um festival de dança de variados estilos vem atrair mais de mil bailarinos a Belo Horizonte nos dias 28 e 29 de março. É a terceira edição do BH em Dança, que busca reconhecer e valorizar o talento e a dedicação desses artistas, oferecendo premiações e oportunidades de crescimento . O diretor Richard Gonçalves conta um pouco do que o público pode esperar do evento, que reunirá performances de artistas de todo o país. " O público poderá assistir a apresentações de diversas modalidades. Temos apresentações desde o balé clássico à dança de rua, ao jazz, ao contemporâneo, às danças populares também teremos, dança livre, que é um conjunto de modalidades e que você pode juntar, desde o balé clássico misturado com dança de rua, ou a dança contemporânea misturada com o balé clássico ". O diretor explica também que o projeto partiu da observação do forte cenário da dança na capital mineira. "A ideia de fazer um festival competitivo em BH nasceu sobre a minha vontade de trazer algo novo para o mercado da dança mineira, que é um mercado muito bom, que tem muitos talentos, jovens talentos em Minas Gerais, e eu queria fomentar um pouco mais essa área da dança em Minas e trazer oportunidades com jurados renomados, e senti a necessidade de algo novo em BH". Além de premiação, o BH em Dança oferece aos participantes oportunidades como bolsas de estudo nacionais e internacionais e parcerias com outros eventos semelhantes. Caberá a um júri especializado a responsabilidade pela escolha dos vencedores, como explica Richard Gonçalves. "Nós temos um júri artístico e técnico, com profissionais renomados no Brasil e no exterior, e esse júri  tem uma ficha de avaliação. Nessa ficha, eles têm que dar duas notas: uma nota técnica e uma nota artística. Daí sai a média pra gente fazer as notas, somar as notas, e as maiores notas têm as premiações: primeiro, segundo e terceiro lugar".  Ele fala ainda sobre a expectativa para essa nova edição do evento. "A expectativa é grande, estamos esperando 1.200 bailarinos participantes. Além disso, iremos fazer num teatro super querido, um teatro que tem uma história muito bonita em BH, que é o Cine Theatro Brasil, que fica no centro de BH, na Praça Sete. É um teatro que tem um simbolismo gigante para a cultura de BH e de Minas Gerais. É uma oportunidade ótima de pisar num palco tão histórico para a cultura mineira". O Festival BH em Dança acontece nos dias 28 e 29 de março, com ingressos a R$ 70, no Cine Theatro Brasil. Inaugurado em 1932, o prédio histórico foi restaurado entre 2007 e 2013, após anos de abandono, e se transformou em importante espaço para grandes eventos não só teatrais, mas também de música, dança, exposições e mostras de cinema. Edição: Rádio Nacional/ Marizete Cardoso

  • Salvador comemora 477 anos com programação que celebra memória e arte

    Ações são promovidas pela Casa das Histórias e a Galeria Mercado Foto: Márcio Filho / MTUR Josy Braga Rádio Educadora da Bahia Em celebração aos 477 anos de Salvador, comemorados no próximo dia 29 de março , a capital baiana ganhou um presente que mergulha em suas próprias raízes. Durante todo o mês, a Casa das Histórias de Salvador e a Galeria Mercado promovem uma agenda especial dedicada a explorar a memória, a arte e a identidade do território soteropolitano. As atividades foram divididas em eixos que buscam dialogar com diferentes perfis de público. Os espaços culturais vão oferecer atividades que vão além da contemplação, convidando os visitantes à experimentação prática, como destaca Chico Assis, diretor de Cidadania Cultural da Secretaria de Cultura da Cidade.  “Nos dias 25 e 29 a Casa das Histórias vai estar recebendo a ativação ‘Educar com a memória’, uma intervenção visual com imagens do arquivo municipal. Dia 25 a gente vai ter uma programação super especial com a leitura dramática da peça ‘Aleluia’, com o ator Frank Menezes. A gente celebra também, com isso, o Dia do Teatro e do Circo, que também é comemorado dentro do mês de março. E um rolezinho, a história passa por aqui, no dia 28 vai ser um passeio guiado pelo comércio, com a historiadora Marcelle Moreira, propondo um mergulho sobre as histórias e as transformações nesse território que é tão importante”. A programação educativa em celebração aos 477 anos de Salvador acontece desta quarta (25) a domingo (29) na Casa das Histórias de Salvador e Galeria Mercado, localizadas no comércio, de 9h às 17h. As atividades são gratuitas. Edição: Rádio Educadora da Bahia / Rilton Pimentel

  • Renan Deodato lança a acolhedora "Qualquer Jeito"

    Foto: Divulgação Em um mundo cada vez mais acelerado e repleto de incertezas, encontrar uma música que funcione como um bálsamo para a alma é um verdadeiro presente. É exatamente essa a sensação ao apertar o play em “Qualquer Jeito” , o mais recente single do cantor e compositor brasileiro Renan Deodato . A canção chega como um suspiro profundo em meio à correria. “‘Qualquer Jeito’ é uma canção que reflete sobre questões existenciais. Como encontrar um caminho e paz em um mundo conturbado?”, provoca o artista. E a resposta, ele entrega não em palavras diretas, mas em forma de melodia. Conduzida por um violão que é o grande fio condutor da faixa, a música tece um instrumental de que cria o cenário perfeito para um refrão forte e marcante, fazendo o ouvinte sair cantarolando por aí e levando consigo uma mensagem de otimismo. Afinal, independente da resposta que cada um encontra para suas questões, “Qualquer Jeito” traz um olhar esperançoso de que, cedo ou tarde, vai ficar tudo bem . É uma canção bela, agradável e, acima de tudo, sincera. Ouça:

  • Bruce Springsteen homenageia vítimas do ICE em “Streets of Minneapolis”

    “Vamos lembrar os nomes dos que morreram nas ruas de Minneapolis” . Foto: Reprodução YouTube @ICEout-tdy Tiago Pereira Da TVT News Bruce Springsteen voltou a ocupar o centro do debate político nos Estados Unidos ao lançar Streets of Minneapolis , uma canção de protesto direta, dura e sem concessões contra a violência de agentes federais de imigração do ICE (Immigration and Customs Enforcement). A música nasce em meio a dias de forte tensão na cidade de Minneapolis, palco de confrontos entre moradores, manifestantes e agentes federais enviados pelo Departamento de Segurança Interna (DHS), órgão que, sob o governo de Donald Trump, passou a ser denunciado por movimentos sociais e ativistas de direitos humanos como uma verdadeira “Gestapo de Trump”. A canção foi apresentada como resposta artística aos assassinatos de Alex Pretti e Renee Good, mortos durante uma operação de imigração que terminou em repressão violenta, protestos de rua, balas de borracha, gás lacrimogêneo e acusações de abuso de poder por parte das forças federais. Desde então, Minneapolis voltou a simbolizar a resistência popular contra políticas de imigração consideradas racistas, autoritárias e violadoras de direitos civis básicos. Logo nos primeiros versos, Springsteen situa o ouvinte no cenário de ocupação e conflito. Ao cantar “ A city aflame fought fire and ice / ’Neath an occupier’s boots ”, o músico descreve “uma cidade em chamas que lutou contra fogo e gelo, sob as botas de um ocupante”, associando a presença dos agentes federais a uma força estrangeira em território inimigo. Em outro trecho, ele é ainda mais explícito ao denunciar a militarização das ações: “ King Trump’s private army from the DHS ”, ou “o exército privado do rei Trump vindo do DHS”. A letra avança para o momento dos confrontos, quando moradores se colocaram diante dos agentes. “ Citizens stood for justice / Their voices ringin’ through the night ”, canta Springsteen, traduzido como “cidadãos se ergueram pela justiça, suas vozes ecoaram pela noite”. O clima de violência, no entanto, se impõe de forma brutal. “ And two dead, left to die on snow-filled streets / Alex Pretti and Renee Good ” — “e dois mortos, deixados para morrer nas ruas cobertas de neve: Alex Pretti e Renee Good”. ICE e Minneapolis em chamas Os episódios que culminaram nas mortes ocorreram durante uma operação do ICE que, segundo relatos de testemunhas e organizações civis, extrapolou qualquer protocolo legal. Agentes fortemente armados cercaram bairros populares, abordaram moradores sem mandado e responderam com violência às manifestações que exigiam o fim das deportações sumárias. Em 7 de janeiro , a cidadã norte-americana Renee Nicole Good , mãe de três filhos, foi baleada e morta por um agente do ICE enquanto estava em seu veículo durante uma operação da agência na cidade — um episódio que provocou indignação por parte de moradores e ativistas que questionam se a ação era justificável e proporcional. Poucas semanas depois, em 24 de janeiro , o enfermeiro de 37 anos Alex Pretti , conhecido por sua atuação comunitária e por se posicionar contra as táticas de imigração federais, também foi morto por agentes do ICE durante confrontos em ruas cobertas de neve , momentos que foram captados em vídeos contraditórios à versão oficial das autoridades que alegaram legítima defesa. Ambos os casos, que resultaram em protestos massivos em Minneapolis e críticas de diversos setores da sociedade americana — incluindo pedidos de investigação pelo Departamento de Justiça — se tornaram pontos centrais de contestação às ordens e à presença militarizada de agentes do DHS na cidade, sendo citados nominalmente por Springsteen na sua nova canção de protesto em homenagem às vítimas. Foto: Kerem Yucel / AFP Springsteen não poupa palavras ao questionar a versão oficial das autoridades. Em um dos versos mais contundentes, ele ironiza a alegação de legítima defesa: “ Their claim was self-defense, sir / Just don’t believe your eyes ”, ou “eles dizem que foi legítima defesa, senhor, só não acredite nos seus próprios olhos”. O cantor também cita diretamente figuras centrais do governo Trump associadas à política anti-imigração, como Stephen Miller e Kristi Noem, ao afirmar que são “ dirty lies ”, mentiras sujas, sustentadas pelo poder federal. O refrão da música transforma Minneapolis em símbolo coletivo de resistência: “ We’ll take our stand for this land / And the stranger in our midst ”, traduzido como “vamos nos posicionar por esta terra e pelo estrangeiro entre nós”. A mensagem ecoa o espírito de solidariedade aos imigrantes perseguidos e criminalizados, sobretudo pessoas negras e latinas, alvo preferencial das abordagens do ICE. Em outro trecho, Springsteen denuncia o racismo estrutural das operações: “ If your skin is black or brown, my friend / You can be questioned or deported on sight ” — “se sua pele é preta ou marrom, meu amigo, você pode ser questionado ou deportado na hora”. Springsteen e a tradição da música de protesto Streets of Minneapolis  se soma a uma longa tradição de canções políticas na carreira de Bruce Springsteen. Desde Born in the U.S.A. , frequentemente interpretada de forma equivocada como patriótica, mas que critica o abandono de veteranos de guerra, passando por American Skin (41 Shots) , sobre a morte de Amadou Diallo pela polícia de Nova York, até The Ghost of Tom Joad , inspirada na luta dos trabalhadores marginalizados, o músico construiu uma obra marcada pelo engajamento social. Mais recentemente, Springsteen também lançou canções críticas ao trumpismo e à extrema direita, denunciando o autoritarismo, o nacionalismo excludente e a violência de Estado. Em Streets of Minneapolis , porém, o tom é ainda mais direto e urgente. O coro final, repetindo “ ICE out ” (“ICE fora”), transforma a música em palavra de ordem dos protestos que tomaram as ruas da cidade. Ao homenagear Alex Pretti e Renee Good, Springsteen não apenas eterniza seus nomes, como também reforça a memória coletiva de um período marcado pelo endurecimento das políticas migratórias e pela normalização da repressão. “ We’ll remember the names of those who died / On the streets of Minneapolis ” — “vamos lembrar os nomes dos que morreram nas ruas de Minneapolis”. A canção se encerra como um manifesto contra o terror estatal e um chamado à resistência, reafirmando o papel da arte como instrumento de denúncia e mobilização política.

  • Estréia nova temporada da Hora do Sabbat comemorando 8 anos no ar

    A Hora do Sabbat abre a Temporada 11 no dia do nosso aniversário de 8 anos no ar — e a celebração acontece em roda: Sarah Mascarenhas , com Camila Genaro, Flora Miguel e Vitória Pacheco , costuram memória, visão de futuro e compromisso com esse ecossistema que cresce na prática da escuta. Neste episódio especial, revisitamos marcos da caminhada, celebramos a força do 2º Edital Hora do Sabbat, que trouxe novas vozes para o projeto, e afirmamos o que vem pela frente: mais encontros, mais presença nos territórios e mais estrutura para sustentar um projeto feito por mulheres, com mulheres, para o mundo escutar. O programa também marca a estreia da coluna Let Me In Love – Ressignificando as formas de se relacionar , com Miriam Cruz , além do retorno da coluna Diário de uma Bruxa , com Alessandra Xavier . No bloco musical, a trilha vem com Luedji Luna, Amanda Magalhães, Luiza Lian, Souto MC, Elza Soares e Doralyce . Acesse o site, leia o blog e conheça as 25 escritoras da temporada:  horadosabbat.com.br Apoie e fortaleça a permanência da Hora do Sabbat comprando na nossa loja no site. E fica ligada: na próxima edição recebemos a deputada estadual de Pernambuco Dani Portela , para uma conversa sobre espaço seguro para mulheres na política. Escute mulheres. Leia mulheres. Contrate mulheres. Vote mulheres.

  • Rush confirma cinco shows no Brasil em 2027 com turnê que celebra 50 anos e homenageia Neil Peart

    Imagem: Divulgação Ícones do rock progressivo e cofundadores do Rush , Geddy Lee (baixo, teclados e vocais) e Alex Lifeson (guitarra e vocais) anunciaram nesta segunda-feira as datas da turnê " Fifty Something " na América do Sul, Reino Unido e Europa para 2027. No Brasil, a banda fará cinco apresentações, marcando o aguardado retorno ao país após 17 anos. A turnê comemora mais de cinco décadas de carreira e presta homenagem ao saudoso baterista e letrista Neil Peart , falecido em 2020. Os shows acontecem em janeiro e fevereiro de 2027: Curitiba (22/1, Arena da Baixada), São Paulo (24/1, Allianz Parque), Rio de Janeiro (30/1, Engenhão), Belo Horizonte (1/2, Mineirão) e Brasília (4/2, Arena BRB Mané Garrincha) . Formato especial e nova formação Os shows seguirão o formato "an evening with": dois sets por noite, com repertório variado selecionado a partir de um catálogo de mais de 40 músicas, alternando a cada apresentação. Lee e Lifeson serão acompanhados pela baterista alemã Anika Nilles  (ex-Jeff Beck) e pelo tecladista Loren Gold  (The Who, Roger Daltrey). Venda de ingressos Os shows terão pré-venda exclusiva para clientes Itaú  a partir de 25 de fevereiro, às 10h , pelo site da Eventim. Os clientes do banco terão 15% de desconto  na compra de ingressos com cartões de crédito Itaú. A venda geral  começa no dia 27 de fevereiro, às 11h , também pela Eventim, e às 12h nas bilheterias oficiais de cada cidade. Os preços dos ingressos vão de R$ 222,50 (cadeira superior - meia) a R$ 1.145,00 (pista premium - inteira).

  • A criatividade psicodélica - e além - de Ronnie Von

    Contracapa de A Máquina Voadora . Reprodução. O programa Rock Brasil 70  dedica sua nova edição a um dos capítulos mais ousados — e ainda subestimados — da música brasileira: a fase psicodélica de Ronnie Von. Conhecido inicialmente como ídolo da Jovem Guarda, Ronnie surpreendeu público e mercado ao, no final dos anos 1960, romper com a imagem romântica e televisiva para mergulhar em sonoridades experimentais, letras oníricas e atmosferas lisérgicas. Entre 1969 e 1970, lançou uma sequência de discos que hoje é vista como uma das experiências mais singulares do rock nacional. O programa percorre faixas do álbum Ronnie Von , além da obra conceitual A Misteriosa Luta do Reino de Parassempre Contra o Império de Nunca Mais  e do disco A Máquina Voadora , trabalhos que consolidaram sua guinada estética. A seleção inclui composições marcadas por colagens sonoras, referências à ficção científica, espiritualidade e influências do rock psicodélico internacional. A edição também avança até 1972, quando Ronnie Von incorpora novos elementos — latinos, místicos e roqueiros — demonstrando que a inquietação artística não se limitou à chamada “trilogia psicodélica”. Um retrato sonoro de um período em que Ronnie escolheu o risco criativo em vez da fórmula segura. Uma época de transformações — e de um músico que decidiu atravessá-las sem medo. Músicas tocadas no Rock Brasil 70: Sílvia, 20 horas, domingo  – Ronnie Von (1969) Anarquia  – Ronnie Von (1969) Tristeza num dia alegre  – Ronnie Von (1969) De Como Meu Herói Flash Gordon Irá Levar-Me De Volta A Alfa Do Centauro, Meu Verdadeiro Lar  – A Misteriosa Luta do Reino de Parassempre Contra o Império de Nunca Mais (1969) Pare de sonhar com estrelas distantes  – A Misteriosa Luta do Reino de Parassempre Contra o Império de Nunca Mais (1969) Atlântida  – A Misteriosa Luta do Reino de Parassempre Contra o Império de Nunca Mais (1969) Regina e o Mar  – A Misteriosa Luta do Reino de Parassempre Contra o Império de Nunca Mais (1969) Máquina voadora  – A Máquina Voadora (1970) Verão nos chama  – A Máquina Voadora (1970) Viva o chopp escuro  – A Máquina Voadora (1970) Tema de Alessandra  – A Máquina Voadora (1970) Águas de sempre  – A Máquina Voadora (1970) Minha gente amiga  – Compacto (1971) Cavaleiro de Aruanda  – Ronnie Von (1972) Veja com olhos de ver  – Ronnie Von (1972) Hare Krishna  – Ronnie Von (1972) Rock pros meus nervos  – Ronnie Von (1972) Ouça na Rádio Nove O Rock Brasil 70 vai ao ar pela Rádio Nove no domingo às 12h e terça às 19h.

  • O negro samba lírico de Elton Medeiros dá régua e compasso a álbum de Vidal Assis

    Foto: Léo Martins (divulgação) Elton Medeiros  (22 de julho de 1930 – 3 de setembro de 2019) é daquele tipo de compositor respeitadíssimo por seus pares, mas que carece de reconhecimento do grande público. Da linhagem lírica de Cartola, Elton Medeiros construiu melodias que muitos cantarolam, mas que nem sempre são associadas a ele. O cantor Vidal Assis , parceiro de Medeiros em vários sambas, colaborou para acabar com essa injustiça, ao lançar o álbum Negro Samba Lírico  que explicita a genialidade de melodias de clássicos do repertório eltoniano , como Mascarada  (Zé Keti/Elton Medeiros), Onde a Dor Não Tem Razão  (Paulinho da Viola/ Elton Medeiros) e O Sol Nascerá  (Cartola/Elton Medeiros). Espaço no repertório também para músicas inéditas deixadas por Elton Medeiros em parcerias com Ronaldo Bastos , Nei Lopes , Cristóvão Bastos e com o próprio Vidal Assis. Nesta semana, a jornalista Carmen Delpino apresenta a primeira parte da entrevista com Assis, onde ele revela os bastidores de composições de Elton Medeiros e explicita a linhagem poética do samba lírico que nasceu com Cartola e que seguiu com Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho. Confira as músicas tocadas no programa: Onde a Dor Não Tem Razão  (Elton Medeiros/Paulinho da Viola) – Vidal Assis Mascarada  (Elton Medeiros/Zé Keti) – Vidal Assis e Chico Buarque Peito Vazio  (Elton Medeiros/Cartola) – Vidal Assis Pressentimento  (Elton Medeiros/Hermínio Bello de Carvalho) – Vidal Assis e João Bosco Folhas no Ar  (Elton Medeiros/Hermínio Bello de Carvalho) – Vidal Assis e Paulinho da Viola Um Amor Singular  (Elton Medeiros/Vidal Assis/Ronaldo Bastos)- Vidal Assis Moemá Morenou  (Elton Medeiros/Paulinho da Viola) – Vidal Assis Apresentação: Carmen Delpino Trabalhos técnicos: Alan de Souza Ouça na Rádio Nove O Aplauso vai ao ar pela Rádio Nove domingo às 9h e quinta às 19h.

  • O dark pop de Sara Diana com "Diabolical Stranger"

    Foto: Divulgação A americana Sara Diana lança seu novo single, “Diabolical Stranger” , um mergulho magnético no dark pop com batidas de dance alternativo, com influências de Eurythmics. “Diabolical Stranger” fala sobre uma atração perigosa, quase sobrenatural — aquela figura que enfeitiça, tira o chão e desafia limites entre desejo e medo, realidade e imaginação. O equilíbrio perfeito entre um conto poético e a energia hipnótica de uma balada de Los Angeles na noite de Halloween. Com produção assinada pelo vencedor de 4 prêmios Grammy, Brian Kennedy (Rihanna, Chris Brown, Whitney Houston), essa é a primeira colaboração da cantora e compositora com um nome de peso da indústria. Confira:

  • Descobertas da semana na Groover #01 - 8 a 14/12

    Confira as descobertas da última semana selecionadas pela Rádio Nove em parceria com a Groover , com artistas de vários países e estilos. The Morning People - Halloween México 🇲🇽 Pop/rock Gil Félix - Pai Pirou Brasil 🇧🇷 Afropop Stepfather Fred - Collecting Faith Alemanha 🇩🇪 Metal angelomromano - Preciso Te Dizer (feat. Ecologyk) Brasil 🇧🇷 Eletrônico Lachi - Diseducation EUA 🇺🇸 Pop Jazz Donskii - High Gana 🇬🇭 Reggae

  • Descobertas da semana na Groover #02 - 22 a 28/12

    Confira as descobertas da última semana selecionadas pela Rádio Nove em parceria com a Groover , com artistas de vários países e estilos. A colaboração de Charel e Isaaquito com a música "Di Boassa", uma faixa com suingue afro-baiano e influências de samba e hip-hop.   Um curioso cover de “A Nível de...”, de João Bosco e Aldir Blanc, com o grupo suíço Café da Manhã , assim mesmo, em português. Um grupo de músicos suíços especializados em música brasileira.  O pop cativante da portuguesa Marina G e a faixa “Ooh Na Na”. Da Austrália, April And The Drift , com faixa “The Lion Groove”, uma canção delicada e otimista. O jamaicano Eek-A-Mouse e o DJ Bestixxx da Letônia, marcam presença com o reggae roots “In My Garden I Got A Money Tree”.  A britânica Jola Recchioni, com “Piranha”, um poderoso blues rock. O duo MABI e a faixa “Careta”, um pop alternativo com toques de cumbia e salsa, que aborda temas de dualidade e desconexão. O Trio Íntimo , latinos com base na Califórnia, com a faixa “Lágrimas Pasadas”, gravada há mais de vinte anos e resgatada agora.  O mexicano Manuel Espinoza com “Falso Equilíbrio”, uma ótima faixa de jazz contemporâneo.  O também mexicano Eduardo Díaz , com “Recuerdos”, uma comovente faixa pontuada por violão e cello. O brasileiro Fauzi Kalil com “Naive”, um tema animador, com influência do Dixieland Jazz. O americano Jackson Potter com “Mr. M”, um som clássico de jazz instrumental com excelente trabalho de guitarra.

  • Descobertas da semana na Groover #03 - 29/12 a 04/01

    Confira as descobertas da última semana selecionadas pela Rádio Nove em parceria com a Groover , com artistas de vários países e estilos. Começamos o primeiro Descobertas Groover de 2025 com nossa sequência brasileira ou de inspiração brasileira. Daniel Carneiro e a música Na Beira da Praia , uma faixa com suingue dançante e ao mesmo tempo, com uma roupagem de pop internacional na produção. Na sequência, Bossa Nova Social Club com A Chuva , que apesar do nome, é uma canção ensolarada e relaxante. E finalizando o bloco, a curiosa faixa Dracophobia , da banda inglesa Shriving Drawers . Uma música com um efeito dissonante entre o arranjo inspirado em bossa nova e uma letra com elementos de fantasia e suspense. Abrindo nossa sequência rock, o brasileiro Mabuia e a faixa Distance com influência do grunge dos anos 90, a banda americana Desu Taem com a incendiária Which Part of No Didn’t You Understand , os noruegueses do Lucio Grande com a atmosférica Poor Boy , e, finalizando, a porto-riquenha Lil P com a bilíngue I Like Her Too . No segundo bloco do Descobertas Groover , com os destaques globais. Começando com o jamaicano-americano Tony L. , e a faixa Escape , com influências de rap, funk e rock, o pop do ítalo-espanhol Ross LB em Volver a Sentir , o grupo franco-burquinense Kankélé com Kanou , faixa com um interessante uso de uma harpa-alaúde, e finalizando a sequência, Didiike , da Martinica, com Tout Moun Sé Moun , uma mistura de ritmos vigorosos com uma mensagem significativa. Na última sequência do programa dessa semana, voltada para as sonoridades jazzísticas, o americano Dominick Spolitino com o jazz rock Replay , e para fechar o programa, da Bielorrússia, Lightmyfire Orchestra Service , com Noir , de estética do dark jazz com um som contemporâneo.

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