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167 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Vazam faixas de edição especial de "Wish You Were Here", do Pink Floyd

    Conteúdo vazado na Apple Music revela conjunto repleto de demos de estúdio e a performance completa de um show de 1975 em Los Angeles. Lançamento está previsto para dezembro de 2025. Um box especial em comemoração aos 50 anos do aclamado álbum "Wish You Were Here", do Pink Floyd, foi anunciado após seu conteúdo ter sido vazado nas plataformas da Apple Music. A informação, que circulava online através de teasers que geraram grande expectativa entre os fãs, aparente foi confirmada pelos detalhes da listagem, que prevê o lançamento para o dia 12 de dezembro de 2025, em tempo para o período natalino. De acordo com o site especializado Neptune Pink Floyd (NPF), que publicou uma análise detalhada do material vazado, a caixa comemorativa parece ter um foco diferente da edição "Immersion" lançada em 2011. Enquanto a versão antiga centrava-se no show de Wembley de 1974 e em mixes surround, a nova edição é descrita como "densa em demos de estúdio" e focada na turnê de 1975. A listagem sugere que o box será composto por três ou quatro discos: Disco 1: Contém o álbum de estúdio original, presumivelmente o remaster de 2011. Disco 2: Apresenta uma coleção de outtakes e raridades, incluindo a demo "The Machine Song", que se tornaria "Welcome To The Machine", uma versão alternativa de "Have a Cigar", o take 1 uma versão instrumental da faixa-título "Wish You Were Here", além de "Shine On You Crazy Diamond", apresentada como uma peça contínua de mais de 20 minutos, com uma nova mixagem estéreo da faixa. Disco 3: É dedicado ao material ao vivo, prometendo a performance completa do show na Los Angeles Sports Arena em 1975. O setlist inclui não apenas músicas de "Wish You Were Here", mas também praticamente todo o álbum "The Dark Side of the Moon": Raving And Drooling (versão prévia de "Sheep", do disco "Animals", de 1977) You’ve Got To Be Crazy (versão prévia de "Dogs", do disco "Animals", de 1977) Shine On You Crazy Diamond (Pts. 1-5) Have a Cigar Shine On You Crazy Diamond (Pts. 6-9) Speak to Me Breathe (In the Air) On the Run Time The Great Gig in the Sky Money Us and Them Any Colour You Like Brain Damage Eclipse Echoes Pela longa duração do material ao vivo, é alta a possibilidade de ser divido em duas partes, totalizando quatro discos de áudio. A publicação do NPF, assinada por Keith Jordan, também especula se haverá outros formatos disponíveis e conteúdo em vídeo, que foi um destaque do box "Immersion". Uma forma circular coberta por um plástico preto, assim como a edição original de Wish You Were, em 1975, divulgada no site oficia da banda. Ainda não houve um anúncio oficial da banda ou da gravadora, deixando os fãs na expectativa para mais detalhes e confirmações. Enquanto isso, a comunidade de fãs do Pink Floyd fervilha com a possibilidade de ter em mãos um tesouro de material inédito e uma gravação histórica completa de uma de suas turnes mais lendárias. Sobre o disco Considerado uma das obras-primas absolutas do Pink Floyd, "Wish You Were Here" (1975) é muito mais do que um álbum; é um tributo emocional e um profundo comentário sobre a alienação na indústria musical. Nascido de um período de crise criativa e tensão interna após o enorme sucesso de "The Dark Side Of The Moon" (1973), o trabalho é uma homenagem central e melancólica a Syd Barrett, o gênio fundador da banda cujo afastamento devido a problemas psicológicos deixou marcas profundas. Canções como a épica "Shine On You Crazy Diamond" e a atemporal "Wish You Were Here" encapsulam perfeitamente temas de ausência, loucura e a perda da inocência, solidificando o álbum como um marco emocional e artístico na história do rock, cujo legado continua a ressoar fortemente 50 anos depois.

  • Em Tiradentes, MG, Festival Artes Vertentes reúne música e arte

    Sarah Quines - Repórter da Rádio Nacional Igreja Nossa Senhora do Rosário em Tiradentes. Foto: Divulgação Começa nesta quinta-feira a 14ª edição do Festival Artes Vertentes, que reúne música, artes visuais, artes cênicas, literatura e cinema na cidade de Tiradentes em Minas Gerais. Neste ano, o evento se norteia pelo tema “Entre as margens do Atlântico”, e propõe reflexões sobre as histórias das Américas e dos continentes africano e europeu. A programação faz parte da temporada da França no Brasil, que busca aproximar os dois países por meio da cultura. O festival tece um diálogo entre as atrações artísticas e a arquitetura histórica de Tiradentes, como os concertos que ocupam as igrejas da cidade, exposição coletiva com obras de artistas brasileiros e estrangeiros, além de palestras e programações literárias e de artes cênicas. O curador e diretor artístico do festival, Luiz Gustavo Carvalho, destacou algumas atrações desta edição, como a primeira encenação da Ópera Poeira e os shows de André Mehmari e Tiganá Santana. Além de Tiradentes, a programação se estende às cidades de São João del Rei e Bichinho, com mostras de cinema que discutem memória, ancestralidade e resistência. Entre os filmes selecionados, está o documentário “Frantz Fanon - Pele Negra, Máscara Branca” sobre vida e obra do pensador revolucionário da Martinica que completaria cem anos. O Festival Artes Vertentes segue até 21 de setembro e a maior parte da programação é gratuita. Mais detalhes no site   artesvertentes.com .

  • Morre, aos 75 anos, a cantora Angela Ro Ro

    Artista estava hospitalizada no Rio de Janeiro desde junho Raíssa Saraiva Radioagencia Nacional Morreu na manhã desta segunda-feira (8), no Rio de Janeiro, a cantora e compositora Angela Ro Ro . A artista estava hospitalizada desde junho, com quadro de infecção pulmonar, e não resistiu ao agravamento da doença. Divulgação/ Instagram Angela Ro Ro Angela Ro Ro completaria 76 anos em dezembro. Ela deixa mais de uma centena de gravações em 14 discos próprios, além de participações em coletâneas especiais. A artista iniciou a carreira na década de 70, quando morou na Inglaterra. Cantou em pubs locais e participou de uma faixa do LP Transa, de Caetano Veloso, tocando gaita. De volta ao Brasil, em 1974, participou do Festival de Rock de Saquarema (RJ), onde também se apresentou Rita Lee. O primeiro disco solo de Angela Ro Ro foi lançado em 1979 e fez sucesso com a canção Amor, meu grande amor , escrita por ela em parceria com Ana Terra .  Teve o reconhecimento de público e de crítica nos discos dos anos seguintes com faixas que dão nome aos álbuns Só nos resta viver  (1980), Escândalo  (1981) e Simples carinho  (1982), com as quais se afirmou como autora e intérprete. Angela Ro Ro tocava piano e era conhecida pela voz rouca , adequada para cantar blues e canções como Fogueira  (composição dela) e Demais , de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira. Além do talento, Angela Ro Ro era conhecida pela ironia, humor e franqueza. Recusou-se a gravar Malandragem , composta para ela por Roberto Frejat e Cazuza em 1988, por que não gostou da canção e não queria cantar “Quem sabe eu ainda sou uma garotinha”, como começa a letra da música que viria a fazer sucesso com Cássia Eller. * Com informações da Agência Brasil .

  • Exposição Fullgás fica em cartaz no CCBB de BH até 10 de setembro

    Sarah Quines - Repórter da Rádio Nacional Foto: Lua Morales / Divulgação Riotur A exposição Fullgás - artes visuais e anos 1980 no Brasil , que está em cartaz no CCBB, Centro Cultural Banco do Brasil, em Belo Horizonte, leva os visitantes a uma era de transformações. A mostra, que tem o nome da canção composta por Antonio Cícero com Marina Lima, reúne cerca de 300 obras visuais de mais de 200 artistas brasileiros de várias regiões do país. Os trabalhos dialogam com elementos da cultura pop, como a televisão, quadrinhos, revistas e com a música que marcou a geração anos 80. São cinco núcleos com o nome de músicas da época. O curador da exposição, Raphael Fonseca, comenta sobre a ideia de cada um deles: “Começa com ‘Que país é esse?’, que entra na parte mais urbana — aquela que pensa a política e a filmagem no país. Depois, vem ‘Sair com beat acelerado’, uma música da banda Metrô, de São Paulo, que fala de prazer e luxúria no Brasil dos anos 80. Seguimos com ‘Diversões eletrônicas’, música do Arrigo Barnabé, que traz esse futurismo 'oitenteiro'. Depois temos ‘Pássaros na garganta’, do Tetê Espínola, que pensa ecologia. E, por fim, ‘O tempo não para’ — uma canção do Cazuza — que reflete sobre a brevidade da vida e também o fim da geração 80 no país”. Entre os artistas com obras expostas estão nomes como Beatriz Milhazes, Leonilson e Leda Catunda. A carioca Adriana Varejão participa da exposição com a obra abstrata chamada  O Dilúvio, de 1985 . A artista, que nasceu em 1964, no ano do golpe militar, conta sobre o processo criativo da tela que marca o início de sua trajetória como pintora". "Eu acho que ali já existe uma linguagem, né? Que é essa ideia de esculpir um pouco com tinta na tela. Eu me lembro que eu rodava a tela e, sabe?, fazia experimentações ali, procurando que aquilo me trouxesse alguma coisa". Com o retrato visual de uma década marcada pela redemocratização do país embalada por uma trilha sonora com identidade nacional, a exposição “Fullgás” fica em cartaz no CCBB de Belo Horizonte até o dia 10 de novembro, de quarta à segunda-feira. A entrada é gratuita, com retirada de ingresso pelo site do CCBB.

  • A trilha sonora de Daisy Jones and The Six

    Bruno Lourenço Da Rádio Senado Daisy Jones & The Six é uma banda fictícia de carreira meteórica nos anos 70. A criação da escritora Taylor Jenkins Reid (“Em outra vida, talvez”) foi adaptada em 2023 pela Amazon Prime Video e pode ganhar uma continuação em breve. Foto: Divulgação/Prime Video O Capítulo Rock  traz o que é ficção e realidade nessa história e destaca a trilha sonora que embala a série. O produtor Blake Mills trouxe canções inéditas como Let Me Down Easy, Aurora, Regret Me e Please para reproduzir o clima musical da década, que remetem à Fletwood Mac, Bruce Springsteen e Joni Mitchell. Segunda, às 20h.

  • Lucinnha Bastos no Som Brasilis

    Carlos Andrade Da Rádio Senado A cantora, compositora e violonista paraense Lucinnha Bastos começou cedo na música: aos sete anos de idade, já cantava em bailes de carnaval belenenses; aos nove, se apresentou na extinta TV Tupi e também no famoso Theatro da Paz, em Belém, ao lado de Angela Maria e Miltinho, e, aos 12, ganhou o primeiro festival de música. Divulgação/Estúdio Tereza & Aryanne Em 1981, com apenas 14 anos, Lucinnha Bastos estreou em disco com um compacto duplo, e aos 17, aceitou o convite do renomado cantor, compositor e produtor Alípio Martins para gravar um disco de música brega. Mas a artista queria voos mais altos e se mudou em 1985 para o Rio de Janeiro, onde ficou por oito anos. Em seu retorno à Belém, Lucinnha Bastos passou a dedicar o seu repertório ao carimbó e à música paraense, chegando a representar o seu estado no ano do Brasil na França em 2005. Junto ao trabalho solo, Lucinnha ainda faz parte do projeto Trilogia, ao lado dos cantores e compositores Mahrco Monteiro e Nilson Chaves. 1. PAI D’ÉGUA - Lucinnha Bastos (Billy Blanco) 2. VALEU TENTAR - Lucinnha Bastos (Lucinha Bastos, Jacinto Kahwage, Pedrinho Cavalero) 3. AO PÔR DO SOL - Lucinnha Bastos (Dino Souza e Firmo Cardoso)

  • SomTemporâneo no Dia da Consciência Negra

    Guilherme Michelutti Da Rádio Senado Nesta edição o SomTemporâneo celebra o Dia Nacional da Consciência Negra trazendo uma seleção musical só com novos artistas negros que valorizam as raízes musicais africanas, cantam a afirmação da negritude e usam a arte na luta contra o racismo. Tássia Reis - Fora do Eixo, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons Seleção Musical: 1. Aloysio Letra - Odara Inã 2. Ayom - Canto de Negro 3. Anna Moura - Quatro Cantos 4. Sued Nunes - Eixo 5. Ianaê Régia - Colore 6. Mununu e Nego Moura e Os Camará - Preta de Humaitá 7. Os Garotin - Vini Jr 8. Xauim - Eles Não Ligam Pra Gente 9. Preta Ferreira - Preta em Movimento 10. King Saints - Se Eu Fosse Uma Garota Branca 11. Enme e Baobá - Amarradinha 12. Thiago Elniño, GOG e Renato Matos - Andei, Andei! 13. Heder Novaes - 23 14. Ruby e Rincon Sapiência - É Tudo Meu 15. Tássia Reis - Nós Vestimos Branco Sábado às 6h e Domingo às 7h.

  • Rock Brasil 70 revisita a década mais criativa de Raul Seixas

    Rogério Coutinho Foto: Domínio público / Arquivo Nacional O Rock Brasil 70  desta semana mergulha na trajetória de Raul Seixas , o eterno Maluco Beleza , durante a década de 1970. Em três blocos, revisitamos clássicos, lados B e histórias marcantes do artista que transformou o rock brasileiro com irreverência, filosofia e ousadia. O programa traz músicas que vão desde a estreia explosiva em festivais, com Let Me Sing, Let Me Sing , até hinos como Sociedade Alternativa , passando pelas polêmicas de Rock do Diabo  e S.O.S. , as críticas de Eu Também Vou Reclamar  e a irreverência de O Dia da Saudade . Além das canções, o roteiro comenta episódios marcantes da carreira de Raul nos anos 70: a censura que atingiu Como Vovó Já Dizia , a inspiração em Aleister Crowley, as acusações de plágio e sua eterna luta pela liberdade individual. Um programa imperdível para quem quer entender por que Raul Seixas continua sendo uma das figuras mais fascinantes da nossa música. Ouça na Rádio Nove domingo, às 12h e terça, às 19h.

  • Vicente Barreto no Escala Brasileira

    Da Rádio Senado O Escala Brasileira recebe o compositor e cantor Vicente Barreto. Suas raízes criativas se desenvolveram no peito do interior da Bahia, onde começou inventar essa coisa que depois chamaram de canção. E suas canções ganharam tanta força e beleza que desbravaram e conquistaram cada canto deste imenso Brasil. Começando pelo Quinteto Violado, passando por Vinicius de Moraes e sem ponto de chegada, Vicente Barreto destilou sua obra nas vozes de nomes como Ney Matogrosso, Elba Ramalho, Mônica Salmaso, Maria Betânia e tantos outros. Ainda trabalhou ao lado dos parceiros Paulo César Pinheiro, Celso Viáfora, Chico Cesar , Gonzaguinha e Belchior compondo e lapidando preciosidades. Nesta entrevista, conduzida por Renato Coelho, o artista defende sua intimidade com o oficio de compor, e ainda revela todo carinho e apreço que acumulou em seu último álbum “Na força e na fé”. Sábado às 10h e Domingo às 6h.

  • Walter Villaça no Escala Brasileira

    Renato Coelho Da Rádio Senado O Escala Brasileira conversa com o guitarrista Walter Villaça, músico que ao longo da carreira trabalhou ao lado de grandes nomes da música brasileira. Walter foi um dos responsáveis pela identidade sonora que da obra da cantora Cássia Eller, e integra há mais de dez anos a banda de Nando Reis. Foto: Divulgação O músico também conta com uma produtiva discografia solo, onde sua vertente autoral flui tão intensamente quanto seu trabalho como sideman. Nesta entrevista, conduzida por Renato Coelho, Walter Villaça fala da sua carreira e comenta sobre sua parceria com Cássia Eller. Sábado às 10h e domingo às 6h.

  • Ronaldo de Oliveira no Escala Brasileira

    Renato Coelho Da Rádio Senado Nesta semana, o Escala Brasileira recebe o compositor e arranjador Ronaldo de Oliveira. Foto: Arquivo Pessoal O músico já escreveu quase cinco mil arranjos orquestrais para artistas nacionais e internacionais. Sua trajetória como músico começa no conservatório Heitor Villa-Lobos, passa pela igreja Assembleia de Deus e orquestras como a Filarmonica Jahn Sorhein, e se estende por centenas de arranjos escritos por sua caneta virtuosa, e gravados por nomes como Angra, Velhas Virgens, Cesar Menotti e Fabiano, Katinguelê, Jorge e Matheus, Mauricio Maniere e muitos outros. Nesta entrevista, conduzida por Renato Coelho, Ronaldo de Oliveira decifra o código da profissão e o propósito do arranjador no contexto de uma canção, e ainda revela a importância da música para a sociedade.

  • Miriam García em Luz para Mundos Remotos

    Miriam García é cantora, musicista, atriz, pesquisadora, educadora e mediadora cultural. Seu trabalho vocal baseia-se na exploração e interpretação de expressões musicais derivadas de canções anônimas e tradicionais da Argentina e de outros países latino-americanos. Imagem: luzparamundosremotos.blogspot.com Miriam foi aluna e colaboradora da conhecida cantora e colecionadora argentina Leda Valladares. Esta atividade levou-a a aparecer como cantora nas produções discográficas de Valladares e a colaborar em diversos trabalhos editoriais e publicações. Desde 1999, Miriam ocupa a cátedra de "Canto andino com caixa, voz ancestral e técnicas de percussão" (Centro Cultural Ricardo Rojas, Universidade de Buenos Aires). Em 2000, Miriam lançou seu álbum de pesquisa sonora com o grupo La Tinya. Canções milenares da terra pelas quais recebeu o Prêmio Trimarg na categoria Música Étnica e/ou Folclórica Autêntica da Unesco. Trabalhou com vários artistas, incluindo Jorge Preloran, Silvia Iriondo, Kamaruko Percusión, Gustavo Nasuti, Soneros de Calamaní, José Tcherkaski, Chancha via circuido, Go do gong e Serge Bulat. Domingo, às 16h.

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