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- Arnaldo Freitas no Brasil Regional
Da Rádio Senado Brasil Regional traz Arnaldo Freitas , violeiro e compositor paulista, reconhecido como um dos maiores violeiros do Brasil. Foto: Divulgação Arnaldo traz sua técnica apurada e interpretação emocionante na viola caipira para encantar quem gosta da música instrumental brasileira. Seleção musical do programa: Forró em Vitória (com Mestrinho) Tempo de Milho Verde (com Zé Calixto) Limeña (com Yamandu Costa, Martim Sued e Luis Guerreiro) Cinema Paradiso (com Cláudio Constantini e Rafael Aguirre) Alma de Mulher Conversando com Deus Cantiga Nº 5 (com Chico Buarque) Cantiga Nª 7 (com Rita Benneditto) Baiãozinho pra Sivuca (com Jerimum de Olinda) Sábado às 7h e domingo às 9h.
- A cantora de origem mapuche Beatriz Pichi Malén
Da equipe de Luz Para Mundos Remotos Rio Colorado, Argentina Hoje, no LUZ PARA MUNDOS REMOTOS , colocamos à apreciação do público o álbum AÑIL, de Beatriz Pichi Malén de 2004. O álbum AÑIL nos mostra canções de origem mapuche interpretadas por Beatriz Pichi Malén, em voz, kultrum, pifilka e cascawillas. Nestor Yencenella nos sintetizadores, yuyul, yuka, moxenio, guitarra espanhola, pifilka, kultrum e coros; Mario Gimenez nos backing vocals e percussão e Sergio Yencenella no baixo acústico. As composições tocadas são: Canción del pato Verde primavera Luna nueva Canto sagrado de la flecha Canción para un hijo en cuna Tierra de los huesos de la gente Caballo Canción sagrada del guanaco Acción de tocar las chuchucas Fragmento de canto tehuelche Canto a las ballenas Canción sagrada del río Soñé a mi Padre Saltando Canción de la fuerza Canción sagrada de la laguna Buscar hermano Canción de despedida Ela é tataraneta do chefe mapuche Ignacio Coliqueo, mas a evolução perversa da história fez com que Beatriz Pichi Malén aprendesse primeiro o inglês do que sua língua ancestral. Nascida em Los Toldos (cidade de Buenos Aires que já foi chamada de Los Toldos de Coliqueo e General Viamonte Los Toldos, onde nasceu Eva Perón), viveu boa parte de sua vida exilada de sua terra e de sua cultura. A rotina foi invertida há vinte e cinco anos, alterada pelo que um dos tios de Beatriz diagnosticou como o chamado do sangue. Esse chamado só agora foi traduzido em um CD, Plata, no qual conduz o canto Mapuche por um labirinto de sons cuidadosamente produzidos, que poderiam ser enquadrados na estética do Mundo Real. Mas Beatriz não é produzida por Peter Gabriel, mas sim pela gravadora Acqua Records, e não apresentará seu álbum de estreia em um festival de world music, mas sim no Buenos Aires Club del Vino, nos dias 6 e 7 de abril. Na entrevista concedida à Página/12, a cantora mapuche reconhece o desenvolvimento atípico de sua vocação artística: “Quando eu era adolescente sentia que não queria acabar limpando a casa dos outros como minha mãe, e entrei na roda convencional que esta sociedade nos propõe "Comecei a aprender inglês, terminei a escola e consegui emprego na Ford, na Techint. Mas percebi que duas identidades coexistiam em mim. Eu era esquizofrênica... até que decidi encontrar minhas origens." Domingo às 16h e quarta-feira às 20h.
- La Vuelta al Mundo en 80 Músicas nº 731
Alejandro López García Huelva, Espanha Don Low - Orientelão (junho 2025) Primeiro programa da nossa 18ª temporada. Estamos atingindo a maioridade e, para comemorar, preparamos um suculento primeiro menu para marcar a ocasião, com funk brasileiro, batidas indianas, house orgânico, afro house, afrobeat, batidas árabes, flamenco eletrônico, música afro-colombiana remixada e tribal house. Neste episódio: - Don Low (França) - Hamza Rahimtula com Dr. R. Srikanth (Índia) - Dj Couscous (Espanha) - Klement Bonelli (França) - Captain Planet feat. Tony Allen (Estados Unidos/Nigéria) - Dj Bliss feat. Omar Souleyman (Dubai/Síria) - PaloRoto (Espanha) - Son Palenque -El Buho remix- (Colômbia/Reino Unido) - Funkamel (Israel) A VOLTA AO MUNDO EM 80 MÚSICAS... como sempre, um programa eclético para ouvidos exigentes!!! Com Alejandro Lopez Garcia ( Dj Mr. Alekrisna ) & Nere Rubio Gómez. Ouça na Rádio Nove domingo às 17h e quarta às 20h.
- Capítulo Rock: Brasileiros em bandas internacionais
Maurício de Santi e Celso Cavalcanti Da Rádio Senado Foto: Raph PH / Wikimedia Commons O Capítulo Rock destaca a presença de músicos brasileiros em algumas das maiores bandas internacionais. O programa mostra como artistas do Brasil conquistaram espaço no rock mundial ao lado de nomes consagrados como The Strokes, Slipknot, Red Hot Chili Peppers e Megadeth. Entre eles está Fabrizio Moretti, carioca que comanda a bateria do The Strokes desde a formação da banda em Nova Iorque, no fim dos anos 1990. Outro destaque é Eloy Casagrande, ex-Sepultura, que em 2024 assumiu a bateria do Slipknot, levando seu estilo explosivo aos palcos mais pesados do planeta. Já Mauro Refosco, de Santa Catarina, é percussionista requisitado e figura recorrente nas turnês e gravações do Red Hot Chili Peppers. O guitarrista Kiko Loureiro também marcou época no Megadeth, onde gravou dois álbuns e participou de turnês mundiais entre 2015 e 2023. Músicas do programa: You Only Live Once (The Strokes) The Adults Are Talking (The Strokes) Someday (The Strokes) Duality (Slipknot) Before I Forget (Slipknot) The Dying Song (Slipknot) The Adventures of Rain Dance Maggie (Red Hot Chili Peppers) Dark Necessities (Red Hot Chili Peppers) Black Summer (Red Hot Chili Peppers) Symphony of Destruction (Megadeth) Peace Sells (Megadeth) A Tout Le Monde (Megadeth)
- Maria João & André Mehmari e Duo Gisbranco em O Sul em Cima
Mariusa Kineuchi MARIA JOÃO e ANDRÉ MEHMARI - Maria João, a grande dama do jazz português e o pianista, arranjador, compositor e multiinstrumentista André Mehmari apresentam Algodão , um álbum que os dois músicos caracterizam como uma aventura. Foto: Divulgação A carreira de Maria João tem sido pautada pela participação nos mais conceituados festivais de música do mundo. Um percurso iniciado na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal e que, em poucos anos, extrapolou fronteiras, fazendo de Maria João uma das poucas cantoras portuguesas aclamadas globalmente. Possuidora de um estilo único tornou-se num ponto de referência no difícil e competitivo campo da música improvisada. Uma capacidade vocal notável e uma intensidade interpretativa singular valeram-lhe, não só o reconhecimento internacional, como a figuração na galeria das melhores cantoras da atualidade. André Mehmari é considerado um dos maiores expoentes da música criativa brasileira contemporânea e sua vasta produção é absolutamente singular, indo do piano solo ao jazz e à ópera, ao choro, passando pela música orque stral e de câmara, até canções populares em mais de cinquenta e cinco álbuns lançados desde 1998, muitos deles produzidos em seu próprio Estúdio Monteverdi, localizado no coração da Mata Atlântica. Nascido na cidade de Niterói-RJ em 1977 e criado em Ribeirão Preto-SP, tornou-se conhecido pelo grande público ao vencer a primeira edição do Prémio Visa de MPB, já estabelecido em São Paulo capital. André teve as suas composições e arranjos tocados por muitos grupos orquestrais e de câmara, no Brasil e no exterior. Foto: Daryan Dornelles/Divulgação O DUO GISBRANCO é formado por duas pianistas, compositoras e cantoras que trazem em sua trajetória uma afinidade musical rara. Com um repertório único para dois pianos, Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco desenvolvem um trabalho inovador e singular, explorando ao máximo a sonoridade do instrumento. As musicistas se conheceram quando foram colegas na graduação de piano na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e tem se apresentado em diversos espaços e festivais, sendo sempre aclamado pelo público e pela crítica. Lançaram ao longo da carreira os CDs “Gisbranco” (2008) , “Flor de Abril” (2011), o DVD “Duo Gisbranco 10 anos” (2016), o CD "Pássaros" em 2018 e em 2021, o CD Pássaros Ao Vivo - Homenagem a Chico César. O CD “Pássaros”, lançado em 2018, tem participações especiais de Mônica Salmaso, Jaques Morelenbaum, Sérgio Santos, Maria João, André Mehmari e Eugêncio Dale. As letras são poemas do cantor e compositor Chico César, que foram feitos especialmente para as artistas.Claudia e Bianca, que é filha do multi-instrumentista, cantor e arranjador Egberto Gismonti, conheceram o músico paraibano em 2009, quando ele fez participação no show do Duo em São Paulo. Chico César comparece na belíssima Vejouço e em Turuna. A conexão entre palavra, som e o universo da poesia se mostra presente em cada uma das composições, que ganharam arranjos sofisticados. Entre os instrumentistas estão os músicos Rodrigo “Pacato” (percussão), Fabio Nin (violão), André Mehmari (piano e sintetizador), Jaques Morelenbaum (violoncelo) e José Batista Jr. (clarineta e clarone). Músicas: MARIA JOÃO e ANDRÉ MEHMARI D uplo Falso Par - André Mehmari e Felipe Franco Munhoz Festa dos Pássaros - André Mehmari e Bernardo Maranhão Lendas Brasileiras - Guinga e Aldir Blanc Alpendre - Maria João e André Mehmari O Sonho - André Mehmari e Aldir Blanc DUO GISBRANCO Flor de Abril - Cláudia Castelo Branco Festa no Carmo - Bianca Gismonti Pássaros - Bianca Gismonti e Chico César - part. Sérgio Santos Solua - Bianca Gismonti e Chico César - part. Monica Salmaso Vejouço - Cláudia Castelo Branco e Chico César - Part. Chico César Sexta às 20h e sábado às 9h.
- Jéssica Berdet, Grupo Tá e Raul Boeira em O Sul em Cima
Mariusa Kineuchi JÉSSICA BERDET - Com músicas inéditas em voz e violão, Jéssica Berdet lança novo EP. Som da Casa - live session é um trabalho singelo e potente, que marca um retorno às origens e traduz bem quem é a Jéssica através de uma experiência musical autêntica e sem amarras, onde a voz e o violão extravasam suas múltiplas camadas. Gravado em sua cidade natal, a session é um convite para desfrutar da música em seu estado mais puro: desnuda, orgânica e direta. Composto por quatro faixas inéditas, o EP inclui a música ‘Pra quem tem o dom de ouvir’, que traz muitas reflexões a quem dedica um tempo para contemplação. Em seguida, ‘Um sim pra dar’, ‘Quarto crescente’ e ‘Duas rotas’ completam o repertório. O EP Som da Casa foi lançado em novembro de 2024 e está disponível nas plataformas de streaming. Foto: Mandy Medeiros/Divulgação GRUPO TÁ - Criado, inicialmente, como forma de resistência à degradação das instituições democráticas no Brasil e ao retrocesso dos avanços e conquistas sociais ocorridos nas últimas décadas, o TÁ é um grupo formado por músicos e cantores experientes, que têm, em comum, o desejo de expressar visões semelhantes de mundo, bem como explorar as possibilidades de um novo ambiente de performance coral que emergia na época de sua criação: o espaço virtual. 'Falha Humana', música de Douglas Germano, traz pra roda questões relacionadas à tecnologia e ao mundo do trabalho na perspectiva da racionalidade neoliberal. O lucro desenfreado se impondo às custas da precarização das condições de trabalho, da flexibilização de direitos e do descarte humano. Lançado em novembro/2024. Foto: Divulgação RAUL BOEIRA - O porto-alegrense Raul Boeira começou a tocar em 1972 e mesmo trabalhando no serviço público federal, continuou compondo. "Não sou e nunca almejei ser profissional. A música sempre foi a dona das minhas horas vagas. Compor era, e continua sendo, o grande barato. Acontece que as composições alçam voo. As fitas cassete que gravava em casa, e que foram se reproduzindo e se popularizando, chegaram aos músicos 'de verdade', que começaram a gravar aquelas canções. De repente, virei compositor." Só em 2007 é que Raul Boeira decidiu gravar o "Volume Um", CD com 12 faixas autorais, lançado em 2008. Oito anos depois, em 2016, saiu o segundo, "Cada qual com seu espanto", que reunia 13 melodias antigas, e até então inéditas, que Márcia Barbosa e ele letraram em apenas dois meses. Agora, Raul Boeira está lançando "Sambas e Canções". O álbum conta com grandes músicos como Dudu Trentin, Marco Vasconcellos, André Vasconcellos, Jurim Moreira e André Siqueira. Além de contar com convidados como Luís Filipe de Lima, Celso Fonseca e Sérgio Chiavazzoli. Dudu Trentin é responsável pelos teclados, piano, orquestra, arranjos e direção Musical. Todas as faixas do álbum "Sambas e Canções" são resultados de parcerias. Raul Boeira escreveu as letras e as entregou para seis parceiros, que compuseram as melodias. "Desde que voltei a viver em POA, em 2020, tenho escrito muitas letras, hábito que se intensificou na quarentena da pandemia. Vi que não teria condições de musicar tanto material e passei a enviar as letras para alguns compositores. Felizmente, as parcerias têm sido muito gratificantes". Foto: Divulgação Músicas: JÉSSICA BERDET Pra quem tem o dom de ouvir (Jéssica Berdet) Um sim pra dar (Jéssica Berdet) Quarto Crescente (Jéssica Berdet) Duas Rotas (Jéssica Berdet) GRUPO TÁ Falha Humana (Douglas Germano) RAUL BOEIRA Celebração (Maurício Castelo Branco, Raul Boeira e Márcia Barbosa) Fugidia (Orestes Dornelles e Raul Boeira) Garimpo (Roberto Haag e Raul Boeira) Floricultura (Mário Falcão e Raul Boeira) - part. Márcia Barbosa (diz o poema 'Vaidade' de Florbela Espanca - Livro de Mágoas 1919) Cardiobeat (Zé Caradípia e Raul Boeira) Amanhã eu vou Tocar (Paulinho Saggiorato e Raul Boeira) Sexta às 20h e sábado às 9h.
- Anis de Flor e Tatiana Dauster em O Sul em Cima
Mariusa Kineuchi Confira os destaques da última edição de 2024 de O Sul em Cima , com Kleiton Ramil e Márcio Celi: ANIS DE FLOR ( @anisdeflor ) – Cantora e compositora nascida em Florianópolis (SC), Anis de Flor expõe vivências e experiências como mulher negra e indígena no sul do Brasil ao longo das cinco músicas autorais apresentadas no primeiro EP da artista catarinense, Fértil. Editado via Lab Fantasma, gravadora de Emicida, o disco Fértil foi lançado em 2022. As cinco músicas que compõem o repertório do EP, foram gravadas com produção musical de Dessa Ferreira, direção musical de Marissol Mwaba e arranjos da própria Anis de Flor. O EP Fértil tem participações especiais de Alegre Corrêa, François Muleka, Marissol Mwaba e Sam Machado. TATIANA DAUSTER ( @tatianadauster ) – Surgida na cena musical no final dos anos 90, quando cantava com a banda Acabou La Tequila, Tatiana Dauster desde o início da carreira deu voz à turma que agitava o circuito carioca no período. Seu primeiro EP (1998) foi produzido por Pedro Luís. Em seu álbum de estreia, Tatiana Dauster (2004), com produção de Celso Fonseca, começava a desenvolver-se como compositora. No CD Medo e Força (2014), produzido por Alexandre Kohl, Tatiana assinou a autoria de quase todas as faixas do projeto. A multiartista Tatiana Dauster se desdobra em muitas em seu novo álbum de estúdio, “Origami”. Produzido por Emiliano Sette, o álbum reune poemas recriados em música, gravados com um espírito de performance livre ao vivo. O repertório do álbum é uma junção de composições com parceiros de longa data, como Jam da Silva, Wagner Pá e Magali, e inclui uma parceria com Jorge Mautner em “O Amor é Fatal”. Ouça na Rádio Nove sexta às 20h e sábado às 9h.
- Mariana de Moraes e Breno Ruiz em O Sul em Cima
Mariusa Kineuchi No programa O SUL EM CIMA , vamos mostrar os trabalhos de MARIANA DE MORAES e BRENO RUIZ Divulgação MARIANA DE MORAES – Com quase 40 anos de carreira artística, a cantora Mariana de Moraes apresenta seu 5.º disco – o primeiro totalmente dedicado ao avô, Vinicius de Moraes. O álbum foi lançado em outubro de 2023 pelo Selo Sesc e tem arranjos de João Donato (1932-2023) e Guto Wirtti. Em um tributo emocionante ao legado de Vinicius de Moraes, Mariana de Moraes nos presenteia com Vinicius de Mariana. O álbum é uma ode aos afetos atemporais e uma celebração ao seu avô, Vinicius de Moraes, no marco dos 110 anos de seu nascimento. São 12 faixas que mergulham nas raízes da ancestralidade, explorando temas como amizade, justiça e esperança, com um mestre da poesia brasileira. Vinicius de Mariana não apenas olha para trás, mas também para frente. O álbum também comemora o presente, aplaudindo os 79 anos de Chico Buarque e os 82 anos do percussionista Robertinho Silva, que participam do disco, e o futuro, com a participação de um coro íntimo e ancestral, como detalha Mariana: “São sete mulheres do meu coração: Camila Pitanga, Luciana Alves, Jussara Silveira, Mart’nália, Maria Luíza, minha filha, Antônia, minha filha postiça, filha de Camila Pitanga, Clara Buarque e mais as ancestralidades de Vinicius, Martinho da Vila, Antônio Pitanga, Chico Buarque e de todas…” . BRENO RUIZ – O cantor, compositor e pianista Breno Ruiz, paulista nascido em 1983, lança seu segundo álbum solo Pequenas impressões sobre o caos . Roberto Didio é o parceiro letrista de Breno Ruiz nas 13 músicas que compõem – como polaroides urbanas, de caráter ora social, ora lírico – o inédito repertório autoral de Pequenas impressões sobre o caos, lançado nas plataformas digitais em 2 de fevereiro de 2024. Breno Ruiz tem sido festejado pela crítica como um dos compositores mais importantes de sua geração. Cantilenas Brasileiras, lançado em 2016 é o seu primeiro álbum. O repertório desse trabalho é composto da parceria com poeta Paulo Cesar Pinheiro que reúne choros, modinhas e lundus. Em um período bastante criativo, Breno inaugura uma parceria profícua com Roberto Didio. Estabelecido em 2020, o encontro dos dois compositores resultou no conjunto de canções que deu origem ao novo álbum “Pequenas Impressões sobre o Caos“ (2024). Este trabalho convida os ouvintes a reflexões sobre a sociedade contemporânea, a consciência social do trabalho e de classe, além de outros temas presentes nos debates atuais. * Originalmente disponibilizado em 07/04/2024 Ouça na Rádio Nove sexta às 20h e sábado às 9h.
- Casa Ramil em O Sul em Cima
Mariusa Kineuchi Nessa edição de O SUL EM CIMA vamos mostrar o trabalho CASA RAMIL (com Kleiton, Kledir, Vitor, Ian, Gutcha, Thiago e João Ramil). Divulgação CASA RAMIL – A Família Ramil, uma linhagem musical oriunda do Rio Grande do Sul, segue fazendo história nos palcos brasileiros. Com raízes firmadas desde a virada da década de 1970 para a de 1980, graças à discografia da dupla Kleiton & Kledir Ramil, integrantes do grupo pioneiro Almôndegas, e ao trabalho solo de Vitor Ramil, a família agora celebra sua união artística no espetáculo “Casa Ramil”. No palco estão Kleiton, Kledir, Vitor, Ian, Gutcha, Thiago e João Ramil. Registro do show coletivo do clã de Pelotas (RS), em encontro cênico idealizado pela produtora Branca Ramil – irmã de Kleiton, Kledir e Vitor – e captado em março de 2018 na apresentação feita pela família no Theatro São Pedro, em Porto Alegre (RS), o álbum Casa Ramil ao vivo , irmana o trio de cantores com a segunda geração musical dos Ramil. O show Casa Ramil leva para o palco, o espírito da casa dos Ramil, onde os encontros familiares são descontraídos, com muita música e alegria. Nas 12 músicas alocadas nas 15 faixas do disco Casa Ramil ao Vivo (o repertório é entrecortado por benzedura da avó Branca Pons Ramil e por falas de Kleber Pons Ramil e Dalva Alves Ramil, representantes mais antigos da família), há amostras das obras de todos, mas sem individualismos. Com o trio famoso (Kleiton, Kledir e Vitor Ramil), entram em cena Gutcha Ramil (voz, percussão, rabeca e harmonium), Ian Ramil (voz, violão de aço, percussão, monotrom, saz – instrumento turco de cordas – e harmonium), João Ramil (voz, percussão e baixo) e Thiago Ramil (voz, baixo, violão de aço, guitarra, controladora midi e efeitos eletrônicos), cantores e compositores da segunda geração da família, que transitam por universos musicais mais contemporâneos. Já receberam vários prêmios importantes, com destaque para o Grammy Latino: Thiago foi indicado na categoria “Melhor álbum Pop Contemporâneo” e Ian saiu vencedor na categoria “Melhor Álbum de Rock”. Casa Ramil tem lotado teatros e espalhando emoções por onde passa. O espetáculo reúne, pela primeira vez em público, músicos da Família Ramil cantando inéditas e sucessos, como “Deu Pra Ti”, “Vira Virou” e “Estrela Estrela”. Vale registrar que o álbum “Casa Ramil – ao vivo” é um marco histórico. Pela primeira vez, a Família Ramil se reuniu no palco, compartilhando suas composições e habilidades instrumentais. Mas a magia de “Casa Ramil” vai além da música. Karina Ramil assume a direção de cena, enquanto Isabel Ramil, responsável pelos vídeos e pela iluminação, colabora com o tio Marcelo Linhares. A produção fica a cargo de Kaio Ramil com a coordenação geral de Branca Ramil. . Músicas: 01 – Casa Ramil – Vitor Ramil 02 – Vira Virou – Kleiton Ramil 03 – Autorretrato – Kleiton Ramil e Kledir Ramil 04 – Benzedura da Vó Branca Pons Ramil 05 – Estrela Estrela – Vitor Ramil 06 – Tartaruga – Gutcha Ramil e Dessa Ferreira 07 – Canto – Thiago Ramil e Bruno Volkmer 08 – Fala de Kleber Pons Ramil 09 – Ramilonga – Vitor Ramil 10 – O Bichinho – Ian Ramil 11 – Noite de São João – Pery Souza e Kledir Ramil 12 – Fala de Dalva Alves Ramil 13 – Deixando o Pago – Vitor Ramil e João da Cunha Vargas * Originalmente disponibilizado em 21/03/2024 Ouça na Rádio Nove sexta às 20h e sábado às 9h.
- Leandro Ramajo no Escala Brasileira
Renato Coelho Da Rádio Senado @ricardogaspar.gtrg/Direitos reservados Nesta semana, o Escala Brasileira recebe o músico Leandro Ramajo. Natural de Santos (SP), cresceu em um ambiente musical. É neto do cantor Rubens Peniche, que integrou a Era do Rádio nos anos 40, e filho da pianista Mera Peoli. Formado em Direito, também se graduou em Música, iniciando na guitarra e, posteriormente, no violão. Ao longo da carreira, se apresentou com artistas como Seu Jorge, Chorão, Rappin Hood, KLB e O Rappa. Em 2015, lançou o CD "Uma viagem ao reino Al Andaluz", com participações de Toninho Horta, Tomati, Amon Lima e Mestrinho. Dois anos antes, coassinou a música tema da novela Amor à Vida (TV Globo), o que lhe trouxe projeção nacional. Em 2019, lançou um EP que incluiu a faixa "Do jeito que ela é", em parceria com Wilson Simoninha. Em 2020, a gravadora Radar Records lançou o single "Superação", que superou 100 mil visualizações e ganhou versão em espanhol (Superación), divulgada no programa TN La Viola, na Argentina. Na entrevista conduzida por Renato Coelho, Leandro Ramajo fala sobre sua trajetória e como buscou conciliar a carreira artística com a atuação empresarial. Ouça na Rádio Nove domingo às 9h e sábado às 7h.
- Cinema negro: “A Mensagem de Jequi” é atração na 4ª OJU
As exibições do filme serão gratuitas e ocorrerão em diversas unidades do Sesc TVT News - Por Raquel Freitas Foto: Marcos Cantanhede O filme A Mensagem de Jequi , dirigido por Igor Amin, será uma das grandes atrações da 4ª edição da OJU – Roda Sesc de Cinemas Negros, que acontece de 3 a 11 de setembro. A exibição gratuita do longa, que estreou nos cinemas brasileiros em agosto, traz representatividade, ancestralidade e protagonismo negro para o audiovisual infantil. Saiba mais na TVT News . Com 73 minutos de duração e classificação livre, o filme conta a história de Jequi, um menino quilombola do Vale do Jequitinhonha, interpretado por Kaique Santos Silva. Jequi se torna uma liderança em sua comunidade, defendendo as águas e os saberes ancestrais contra as ameaças da mineração predatória. Para alertar o maior número de crianças sobre a importância da preservação ambiental, ele usa uma artimanha: uma mensagem em uma garrafa. Do Vale do Jequitinhonha para o mundo O filme é o resultado de oficinas de cinema e educação climática realizadas com crianças quilombolas da Escola Estadual Mestre Virgínia Reis, em São Gonçalo do Rio das Pedras, Minas Gerais. A narrativa tece pontes entre o interior do Brasil e países como Portugal e Moçambique, apresentando os laços afrodiaspóricos e a luta por justiça ambiental. A Mensagem de Jequi foi exibido em grandes festivais, como a Mostra de Cinema de Tiradentes, o CineOP e o Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI). A obra, que é uma produção do Instituto Mundos e conta com distribuição da Ao Vento Filmes, chega agora ao circuito da OJU – Roda Sesc de Cinemas Negros para alcançar um público ainda maior. Sessões gratuitas em São Paulo e no interior As exibições do filme serão gratuitas e ocorrerão em diversas unidades do Sesc, democratizando o acesso a essa produção importante: 7 de setembro (domingo), às 15h, no CineSesc, em São Paulo 7 de setembro (domingo), às 16h30, no Sesc Vila Mariana, em São Paulo 10 de setembro (quarta-feira), às 19h, no Sesc Campinas 11 de setembro (quinta-feira), às 15h, no Sesc Rio Preto A programação completa da 4ª OJU – Roda Sesc de Cinemas Negros, que inclui longas e curtas-metragens, além de debates, oficinas e shows, pode ser consultada no site oficial do evento . OJU – Roda Sesc de Cinemas Negros Em sua quarta edição, a mostra celebra a diversidade e a força política do audiovisual negro. A programação, que acontece em várias unidades do Sesc na capital, Grande São Paulo e interior, valoriza criadores e criadoras negros, ampliando o diálogo e o acesso à cultura. A maior parte das atividades é gratuita e aberta a todos os públicos.
- Hora do Sabbat: Por Helena, por todas nós
Sarah Mascarenhas Hora do Sabbat, temporada 10, episódio 22 Um episódio que pulsa coragem. Na Hora do Sabbat desta semana, lembramos Helena — mãe, artista, mulher. E junto ao movimento Por Helena, por todas nós , falamos da dor que tantas de nós carregam e da força que brota quando a escuta se torna afeto, proteção e mobilização. Amanda assume o Diário de uma Bruxa com a sensibilidade e a potência de quem não aceita mais silenciar. Suas palavras, inspiradas pelo caso de Helena Lahis, expõem o que ainda precisa ser nomeado. Te contamos também da nossa participação no LATINAS, encontro internacional de mídias independentes, e fazemos um convite direto: Escute o episódio. Participe da comunidade. E vote na Hora do Sabbat no Prêmio Melhores Podcasts do Brasil → premiompb.com.br Porque a escuta pode transformar tudo. Ouça na Rádio Nove sábado às 20h e domingo às 7h.












