Resultados de busca
159 resultados encontrados com uma busca vazia
- O “Xote Side of the Moon” de André Lanari
Foto: Bel Motulays/Divulgação O programa mostra a versão bem nordestina que o músico André Lanari gravou para “The Dark Side of the Moon”. Na linguagem do forró, o emblemático álbum da banda inglesa Pink Floyd virou “The Xote Side of the Moon”. No bloco Planalto e Bom Som, o convidado é o grupo brasiliense Gypsy Jazz Club , que lançou recentemente o álbum “Outros rolês”. Confira as músicas tocadas no programa: Speak to me / Breathe – Lanari Time – Lanari The great gig in the sky – Lanari Money – Lanari Us and them – Lanari Rolê no parque – Gypsy Jazz Club Embriagando no sucesso – Gypsy Jazz Club Gypsy rock – Gypsy Jazz Club Manda DM – Gypsy Jazz Club Bella ciao – Gypsy Jazz Club O papa capim – Gypsy Jazz Club Apresentação – DJs Tiago Pezão e Rodrigo Barata Ouça na Rádio Nove O Rádio Criolina vai ao ar pela Rádio Nove no domingo, às 8h, com reprise na sexta-feira, às 19h.
- Entrevista com a cantora pernambucana Maeve
Foto: Divulgação/Arte Sarah Mascarenhas Hora do Sabbat — Temporada 10, Episódio 08. Entre volúpias e catástrofes sonoras Neste episódio, a apresentadora Sarah Mascarenhas nos entrega um banquete de vozes femininas que ressoam identidade, força e reinvenção. A entrevista da vez é com Maeve , flautista, cantora e compositora pernambucana, que prepara o lançamento do álbum Volúpia — um manifesto sonoro afroagreste que pulsa frevo, brega, soul e brasilidades, exaltando a presença potente de mulheres negras na música. E mais: No quadro Pitaco Musical, ouvimos as apostas de: Ligia Kamada , com a faixa Shukufuku; Taís Reganelli , que nos apresenta “Tem qualquer coisa de perdão”; Zaina Wos , com o eletropunk de DominatriX; Fabi Segatti , trazendo o single Suposto Amor; Iria Braga , na firmeza poética de Parede; Kalunduh , com a pulsante Catastrófica. Todas mulheres. Todas potências. Sem concessões. Ouça na Rádio Nove O Hora do Sabbat vai ao ar pela Rádio Nove no domingo às 7h e no sábado às 20h.
- A colaboração entre Criolo, Amaro Freitas e Dino d'Santiago
Foto: Divulgação A edição desta semana do programa Rádio Criolina é dedicada a um dos projetos mais aguardados e inovadores da música brasileira contemporânea: a colaboração entre o rapper e compositor Criolo , o pianista e produtor genial Amaro Freitas e o músico luso-caboverdiano Dino d'Santiago . Intitulado Criolo, Amaro & Dino, o álbum é fruto de um processo criativo singular, gravado em estúdios de Lisboa, Recife e Rio de Janeiro. A obra promete ser um marco na fusão de linguagens, transitando organicamente entre a potência lírica do rap, a complexidade harmônica do jazz, a profundidade do soul e as raízes da MPB. O disco não é uma simples reunião de faixas, mas uma narrativa musical coesa. A alternância de estilos reflete as trajetórias individuais dos artistas: a periferia de São Paulo e a crítica social de Criolo, a erudição atlântica e a pesquisa sonora de Amaro Freitas, e as diásporas africanas presentes no groove e nas melodias de Dino d'Santiago. "A parceria nasceu de uma conversa e rapidamente ganhou corpo de missão artística", adianta um trecho da apresentação do programa. "Cada faixa é um capítulo de um livro imaginário, onde os ritmos são palavras e os arranjos, a tinta que flui sem fronteiras." Confira as músicas tocadas no programa: 1. E se livros fossem líquidos (Poeta fora da lei pt II) 2. Você não me quis 3. Meninas do Coco de Carité 4. Seka 5. No vento de nós 6. Mama Afrika 7. Fogo lento 8. Passaredo – Interlúdio 9. Amazônia (A-i’ahu) Além do destaque ao álbum, o programa mantém seu tradicional bloco "Planalto e Bom Som", que nesta edição traz uma entrevista exclusiva com a cantora e multi-instrumentista Indiana Noma . Conhecida por suas investigações sobre ritmos brasileiros e sua presença de palco eletrizante, Noma fala sobre seu processo criativo, novos projetos e a cena musical independente. Ouça na Rádio Nove O Rádio Criolina vai ao ar pela Rádio Nove no domingo, às 8h, com reprise na sexta-feira, às 19h.
- Batista Neubaner, Ceumar e Marimbanda
Fotos: Divulgação Batista Neubaner O cantor e compositor Batista Neubaner presenteia o público com seu terceiro álbum, “Sorriso Abrigo”, uma obra que transborda sentimentos e celebra a música brasileira em sua rica diversidade. Gravado entre os renomados estúdios Áudio Arte, Itabuna, Bahia, Paris Productions (do saxofonista francês Richard Mercier) e Azaffe Productions, Massachusetts, nos Estados Unidos, o álbum é fruto da paixão de Neubaner pela canção, mesmo vivendo há mais de 15 anos em solo americano. Ativamente engajado na comunidade católica onde empresta sua voz e talento ao coral, Neubaner demonstra em “Sorriso Abrigo” a maturidade de sua trajetória musical. Lima Júnior assina a direção musical e arranjos com o pianista Adilson Moreira, que souberam costurar com maestria as diferentes influências presentes no trabalho. Com 11 faixas, “Sorriso Abrigo” marca a expansão da discografia de Batista Neubaner. Este novo trabalho convida à reflexão sobre a paz, a união e a beleza dos encontros, através de melodias envolventes e letras que tocam o coração. Músicas: 01 – Do Brasil – Vander Lee 02 – Pedras do Caminho – Lima Júnior e Marília Abduani – feat Lima Júnior 03 – Pulsa Coração – Lima Júnior 04 – De Volta pra Casa – Lima Júnior e Batista Neubaner Ceumar Ceumar nasceu na região da Serra da Mantiqueira, no sul de Minas Gerais, e começou a cantar e tocar muito jovem. Estudou violão na Fundação de Educação Artística e, aos 16 anos, ganhou a categoria Melhor Intérprete do Festival de Itanhandu. Ao se mudar para São Paulo (SP), trabalhou com grandes músicos da música popular brasileira, como Zeca Baleiro, que produziu o disco de estreia da cantora: “Dindinha”. A artista fez uma turnê pela Europa, quando viveu por cinco anos em Amsterdam (Holanda). Soltou a voz em países como Itália, França, Portugal e Bélgica, levando a brasilidade para diferentes localidades. A discografia de Ceumar, iniciada em 1999, continuou com outros trabalhos como “Achou!” (2006), “Meu Nome” (2009), “Ceumar & Trio Live in Amsterdam” (2010), “Silencia” (2014), “Viola Perfumosa – Homenagem à Inezita Barroso” (2018) e “Espiral” (2019). Músicas do álbum Espiral (2019): 05 – Tô Aqui – Sérgio Pererê 06 – Espiral – Ceumar e César Lacerda 07 – Looking for a Place – Tiê Coelho Todão – part Tiê Coelho Todão e César Lacerda 08 – Todas as Vidas do Mundo – PC Silva – part Déa Trancoso e Cátia de França Marimbanda Novo álbum da Marimbanda “Lindo Sol” estreou nas plataformas em outubro de 2024. Com sete composições inéditas de Luizinho Duarte (1954 – 2022), ‘Lindo Sol’ traz as múltiplas facetas do músico, que foi o fundador e principal compositor da Marimbanda, transitando por samba, baião e funk, além de pitadas de mistério e experimentação. O álbum é a estreia em disco dos novos integrantes do grupo: Netinho de Sá, baixista de pulso firme; e Michael da Silva, baterista fenomenal e discípulo de Luizinho. Michael toca a bateria de forma inusitada, com as mãos e de forma percussiva (sem se privar das baquetas). Completam a formação do quarteto instrumental: Heriberto Porto, nas flautas; e Thiago Almeida, no piano e nos arranjos. “Esse trabalho tem o compromisso de tocar Luizinho Duarte. Minha felicidade é poder rezar isso cada vez que estou em contato com sua música. Ele continua me conduzindo nesse trabalho, conversamos através da Marimbanda que é o templo de Luizinho, é onde está a magia do seu pensamento”, afirma Thiago Almeida que assina os arranjos do novo álbum. Músicas: 09 – Lindo Sol – Luizinho Duarte 10 – Abracadabra 2 – Thiago Almeida e Luizinho Duarte Ficha técnica: Direção: Kleiton Ramil Apresentação: Márcio Celli Produção: Mariusa Kineuchi Montagem: Eduardo Beda Ouça na Rádio Nove O Sul em Cima vai ao ar pela Rádio Nove domingo às 10h e sexta às 20h.
- Um Papo com Rinaldi dos Garotos Podres e os Lançamentos da Semana
Foto: Mazzei Prepare os fones de ouvido, ajuste o dial e avise a galera! O Rock no Pinheiro chega com o seu programa 199 , e a edição dessa semana promete ser histórica. Temos um encontro marcado com muito som novo e um papo imperdível sobre a cena punk nacional. Se liga no cardápio de rock’n’roll que preparamos para você: Lançamentos Pinheiristas e Muito Som O primeiro bloco do programa vai sacudir tudo com o que há de mais novo no underground. Vamos tocar os Lançamentos Pinheiristas da última semana , então prepare-se para descobrir suas novas bandas favoritas! O setlist está incrível, com: Fake Honey Loud George Viva Los Villains Volpones Polka’s Ideia Stygian Asterise Impluvium Astra Vaga Diva Ganjah Wild Robson + Swademmy Pablo Pinto Barragán + Miguel Zabaleta Entrevista Exclusiva com Rinaldi (Garotos Podres) Mas a cereja do bolo (ou melhor, o "rock" do bolo) vem no segundo bloco. Vamos receber uma lenda viva da punk brasileiro: Rinaldi . Em um papo franco e sensacional, vamos falar sobre sua trajetória, que se confunde com a história do punk rock no país. Conversaremos sobre os tempos de Garotos Podres , uma das bandas mais importantes e icônicas do gênero, sua passagem pelo Subalternos e muito mais. Uma entrevista que nenhum fã de rock pode perder, cheia de histórias, atitude e opinião. Produção e apresentação: Yuri Braule Ouça na Rádio Nove O Rock no Pinheiro vai ao ar pela Rádio Nove domingo às 19h.
- Cordão do Boitatá completa 30 anos e segue firme na folia
Foto: Micael Hocherman (divulgação) Um dos mais badalados grupos carnavalescos do Rio de Janeiro está completando 30 anos. O músico Kiko Horta , um dos fundadores do Cordão do Boitatá , participa desta edição do programa Aplauso e revela os bastidores dessas três décadas de folia. O grupo que começou, em 1997, numa região vazia do centro do Rio animando o carnaval de moradores de rua, atualmente, faz dois dias de folia e arrasta multidões, com participações especiais de grandes nomes da música brasileira. Confira as músicas tocadas no programa: Cocada (Lourival Oliveira) – Cordão do Boitatá (instrumental) Samba de Oswaldo Cruz (Kiko Horta/Marquinhos de Oswaldo Cruz) – Moyseis Marques e Cordão do Boitatá Coisa Número 4 (Moacir Santos) – Cordão do Boitatá (instrumental) Cheguei (Pixinguinha e Benedito Lacerda) – Cordão do Boitatá (instrumental) Linda Colombina (Thiago Queiroz) – Mariana Baltar, Moyseis Marques e Cordão do Boitatá Jogo Empatado (Kiko Horta/Hermínio Bello de Carvalho/Vidal Assis) – Marina Íris e Cordão do Boitatá Dos Pés À Cabeça (Marina Íris/Manu da Cuíca) – Marina Íris e Cordão do Boitatá Pombo Correio (Dodô Nascimento/Moraes Moreira/Osmar Macedo) – Cordão do Boitatá (instrumental) Cantiga de Ogum (cantiga da tradição do Candomblé) – Centro de Tradições Afro-Brasileiras Egi Omim Cantiga para Oxossi (cantiga da tradição do Candomblé) – Centro de Tradições Afro-Brasileiras Egi Omim Maracangalha (Dorival Caymmi) – Cordão do Boitatá (instrumental) Tristeza (Wilton de Souza e Haroldo Lobo) – Cordão do Boitatá (instrumental) Apresentação: Carmen Delpino Trabalhos técnicos: Alan de Souza Ouça na Rádio Nove O Aplauso vai ao ar pela Rádio Nove domingo às 9h e quinta às 19h.
- Rock Doido de Gaby Amarantos
Foto: Divulgação Neste sábado, a Rádio Criolina de Carnaval vai apresentar o álbum Rock Doido de Gaby Amarantos, que promove uma celebração rítmica, cultural e estética que coloca o ouvinte no meio de uma festa. O Bug do Milenium dos Serápicos e o DJ Guaraná Jesus passeia por temas como tecnologia, relacionamentos e pequenos absurdos do cotidiano. No bloco Planalto e Bom Som, entrevistamos Cabra Guaraná , produtor e criador de remixes que misturam brega, funk, eletrônica e ritmos brasileiros. Confira as músicas tocadas no programa: Essa noite eu vou pro rock – Gaby Amarantos Arrume-se comigo – Gaby Amarantos Mamãe mandou – Gaby Amarantos Não vou chorar – Gaby Amarantos, Luana Prado Eu tô solteira – Gaby Amarantos Cerveja voadora – Gaby Amarantos Parararurau – Gaby Amarantos Bonito feio – Gaby Amarantos Carregador de aparelhagem – Gaby Amarantos Rock doido é meu lugar – Gaby Amarantos Deixa – Gaby Amarantos Ouça na Rádio Nove O Rádio Criolina vai ao ar pela Rádio Nove no domingo, às 8h, com reprise na sexta-feira, às 19h.
- Escute mulheres até o fim, com atenção presente
Imagem: Divulgação Sarah Mascarenhas Essa edição pulsa escuta atenta, presença e força criativa. Abrimos com a Ação Escute Mulheres no WME Conference. Na coluna Lírica , Marina Melo chega com canção e palavra viva. Seguimos com o fim da entrevista com Anita Carvalho — é sobre estrutura, afeto e sustentabilidade. Tem também Rugidos do Norte e, pra fechar, uma conversa imperdível com Zeferina, acompanhada de duas faixas do seu novo trabalho: Quando a Noite Chama Seu Nome. Esse episódio é pra escutar inteiro. Sem pular. Sem pressa. Com o coração. Ouça agora: E participa da enquete no Spotify: O que mais reverberou em você? Coragem, Palavra, Estrutura, Cuidado ou Fúria? Ouça na Rádio Nove O Hora do Sabbat vai ao ar pela Rádio Nove no domingo às 7h e no sábado às 20h.
- Bloco no entorno do DF une ancestralidade e preservação
Evento integra cultura afro-indígena, consciência ambiental e fomento à economia criativa | Crédito: Bara Comunicação | Cléber Araújo Na próxima segunda-feira (16), a partir das 16h, a cidade de Valparaíso de Goiás (GO), localizada no entorno do Distrito Federal, será palco de uma celebração além da folia tradicional . O Carnaval Sustentável Rum Black – Na Batida do Cerrado chega para reafirmar o papel das comunidades tradicionais de matriz africana e ameríndia na preservação do bioma e na construção de um futuro consciente. Além disso, o bloco se consolida como um motor de economia criativa na região mobilizando artistas locais, produtores e empreendedores das comunidades tradicionais. O objetivo é gerar renda e valorizar o patrimônio imaterial. O evento também adota práticas de redução de danos ambientais, incentivando o uso de copos reutilizáveis e glitter biodegradável, além de promover a educação ambiental prática por meio do contato com a flora nativa do Cerrado. Durante a celebração, haverá a distribuição de cesta verde para a comunidade. Serviço Evento: Carnaval Sustentável Rum Black – Na Batida do Cerrado Data: 16 de fevereiro de 2026 Horário: A partir das 16h Local: Parque Marajó- Rua 10, Av. Belo Horizonte, em frente ao Espaço Skina 10, Valparaíso de Goiás Editado por: Flavia Quirino
- Frevo mistura marcha e maxixe; passos acelerados vieram da capoeira
Foto: Jan Ribeiro / Prefeitura de Olinda Marcelo Costa Da Empresa Pernambuco de Comunicação Nascido no Recife no fim do século XIX, o frevo mistura a marcha e o maxixe. Seus passos acelerados vieram da capoeira, transformando luta em dança. O ritmo tem três variações: o frevo de rua é puramente instrumental; já o frevo-canção é acompanhado da voz; o frevo de bloco é executado por orquestras de pau e cordas, com violões, banjos e bandolins. Grandes compositores Essa força musical foi construída por gigantes como Capiba, Nelson Ferreira e Edgar Moraes . Verdadeiros patrimônios vivos, como J. Michiles , levam o nosso frevo adiante. Michiles compôs mais de 150 frevos, entre eles o hino "Vampira". “Num sábado desse eu estava na varanda e, de repente, eu observei uma foliona dando um bote no cangote do folião. Caíram os dois no chão, ela se levantou e foi embora. Quando ele se levantou para procurar, ela já estava longe. Aí eu: ‘acabo de assistir a um beijo de vampira’”, lembra o compositor. O pesquisador Climério de Oliveira faz uma reflexão sobre o futuro do ritmo para as próximas gerações: “Eu creio que o frevo, em pouco tempo, será uma cultura musical que tem um acervo grande sobre os seus fazeres, sobre as suas práticas, porque tem muita gente interessada em produzir isso. E também, o futuro, a julgar pelo que está acontecendo no presente, nós vamos ter o frevo mais em diálogo com outras culturas musicais”. Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
- Barone já pensa em segundo livro sobre os 40 anos dos Paralamas
Foto: Márcio Farias/Divulgação Nesta segunda parte da entrevista do baterista d’Os Paralamas do Sucesso ao programa Aplauso, João Barone comenta passagens importantes da trajetória da banda registradas no livro 1,2,3,4! Contando o Tempo com Os Paralamas do Sucesso (Editora Máquina de Livros). Ele conversa com a jornalista Carmen Delpino sobre vários assuntos: do início da formação do grupo, na década de 80, até o acidente aéreo envolvendo o principal compositor e vocalista da banda, Herbert Vianna, em 2001, e as consequências do desastre para a banda. Barone já pensa numa continuidade do livro para abarcar as muitas estórias que ficaram de fora do volume 1. Confira as músicas tocadas no programa: Selvagem (Herbert Vianna/Bi Ribeiro/João Barone) – Os Paralamas do Sucesso Alagados (Herbert Vianna/Bi Ribeiro/João Barone) – Os Paralamas do Sucesso Melô do Marinheiro (Bi/João Barone) – Os Paralamas do Sucesso A Novidade (Herbert Vianna/ Bi Ribeiro/ João Barone/Gilberto Gil) – Os Paralamas do Sucesso O Beco (Herbert Vianna e Bi Ribeiro) – Os Paralamas do Sucesso Perplexo (Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone) – Os Paralamas do Sucesso Vamo Batê Lata (Herbert Vianna) – Os Paralamas do Sucesso Uma Brasileira (Carlinhos Brown/ Herbert Vianna) – Os Paralamas do Sucesso e Djavan Saber Amar (Herbert Vianna) – Os Paralamas do Sucesso Mormaço (Herbert Vianna/ Bi Ribeiro/ João Barone) – Os Paralamas do Sucesso e Zé Ramalho Dos Margaritas (Herbert Vianna e Bi Ribeiro) – Os Paralamas do Sucesso Ficha técnica Apresentação: Carmen Delpino Trabalhos técnicos: Leandro Gregorine Ouça na Rádio Nove O Aplauso vai ao ar pela Rádio Nove domingo às 9h e quinta às 19h.
- 26 livros para ler em 2026
Raquel Freitas Da TVT News A literatura é um espelho que nos convida a refletir sobre o nosso tempo. E se 2026 for o ano em que você volta a ler mais? Na seleção de 26 livros para ler em 2026, a TVT News traz um diálogo vibrante entre vozes que moldaram nossa identidade e autores que estão, agora mesmo, escrevendo novos capítulos da nossa história. Nesta curadoria, o leitor encontrará o equilíbrio perfeito entre a expectativa e a memória. De um lado, o impacto de lançamentos mundiais, como o novo romance de Chimamanda Ngozi Adichie, e o brasileiro Itamar Vieira Junior que continua sendo uma das vozes mais potentes do nosso país. De outro, o prestígio dos novos imortais da Academia Brasileira de Letras (ABL), Ana Maria Gonçalves e Milton Hatoum; além de Ailton Krenak, que nos lembra que a literatura é também uma ferramenta para adiar o fim do mundo. Ler em 2026 será ainda um exercício de celebração. É o ano de revisitar a mística de Clarice Lispector, que completou seu 105º em dezembro, e de encontrar consolo na poesia de Adélia Prado, agora coroada com o Prêmio Camões. Dos conflitos geopolíticos traduzidos por Jamil Chade à introspecção reveladora do Livro do Desassossego, esta lista atravessa fronteiras geográficas e emocionais. Seja você um leitor em busca de desafios intelectuais, como a densidade do novo Nobel de Literatura, László Krasznahorkai, ou alguém que procura entender mais sobre política em seus mais diversos âmbitos, os próximos doze meses podem ser um banquete convidativo de ideias. 26 livros para ler em 2026 Pedro Páramo, de Juan Rulfo Publicado em 1955, Pedro Páramo é um dos romances mais influentes do século 20 e pedra fundamental do realismo mágico latino-americano. Juan Rulfo constrói uma narrativa fragmentada em que vivos e mortos se confundem, revelando um México marcado pela violência, pelo patriarcado e pela solidão. A obra foi decisiva para autores como Gabriel García Márquez, que afirmou não ter conseguido escrever Cem Anos de Solidão antes de ler Rulfo. Compre na editora Suíte Tóquio, de Giovana Madalosso Com prosa precisa e contemporânea, Giovana Madalosso explora a vida urbana, os afetos frágeis e os deslocamentos emocionais de personagens que transitam entre países, culturas e desejos. A autora, uma das vozes mais relevantes da nova ficção brasileira, constrói narrativas que dialogam com temas como globalização, solidão e identidade feminina no século 21. O livro entrou na lista das 100 melhores obras do New York Times em 2025. Compre na editora Coisa de rico, de Michel Alcoforado Resultado de anos de pesquisa antropológica, o livro analisa os códigos culturais das elites brasileiras e internacionais. Michel Alcoforado traduz conceitos acadêmicos complexos em linguagem acessível, revelando como práticas cotidianas, do consumo à estética,ajudam a manter desigualdades e a reforçar distinções sociais. Compre na editora A contagem dos sonhos, de Chimamanda Ngozi Adichie Após o sucesso mundial de Americanah, Chimamanda retorna ao romance com uma obra que acompanha mulheres cujas trajetórias atravessam continentes, afetos e conflitos, em uma reflexão profunda sobre pertencimento, feminismo, raça e as marcas da migração. A autora, uma das intelectuais mais influentes da atualidade, reforça seu papel no debate global sobre feminismo e pós-colonialismo, combinando força política e sensibilidade narrativa. Compre na editora A Paixão Segundo G.H., de Clarice Lispector Em homenagem aos 105 anos de Lispector, recomendamos um dos livros mais desafiadores da literatura brasileira, que narra uma experiência radical de autoconhecimento. A partir de um acontecimento aparentemente banal, Clarice mergulha em questões existenciais sobre identidade, linguagem e o sentido de ser. A obra consolidou a autora como referência mundial da literatura existencial e introspectiva. Compre na Amazon Tomara que você seja deportado, de Jamil Chade Fruto da atuação de Jamil Chade como correspondente internacional, o livro reúne denúncias e análises sobre direitos humanos, diplomacia e autoritarismo. Reconhecido por reportagens premiadas, o autor revela os bastidores de organismos internacionais e expõe como discursos oficiais escondem práticas de exclusão e violência. Compre na editora Bagagem, de Adélia Prado Publicado com o apoio de Carlos Drummond de Andrade, o livro marcou a estreia tardia e fulminante de Adélia Prado. Seus poemas revolucionaram a poesia brasileira ao unir religiosidade, erotismo e cotidiano com linguagem simples e profunda, inaugurando uma voz feminina singular e incontornável. A autora recebeu o Prêmio Camões em 2025. Compre na editora Conversa no Catedral, de Mario Vargas Llosa Obra-prima do escritor peruano e Nobel de Literatura que nos deixou aos 89 anos, o romance disseca a sociedade peruana sob a ditadura de Odría. A partir de diálogos fragmentados, Vargas Llosa investiga corrupção, frustração e perda de esperança, questionando quando e como um país se deixou corromper. O livro é frequentemente citado como um dos maiores romances políticos da literatura latino-americana. Compre na editora Te dou minha palavra, de Noemi Jaffe Conhecida por trabalhos que dialogam com memória, trauma e herança cultural, Noemi Jaffe constrói uma obra que reflete sobre o peso das palavras e os silêncios que atravessam relações familiares. Lançamento, o livro marca sua trajetória como uma das autoras mais refinadas da literatura brasileira contemporânea. Compre na editora Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves Publicado em 2006, o romance tornou-se um marco da literatura afro-brasileira. Com pesquisa histórica rigorosa e narrativa envolvente, Ana Maria Gonçalves, que se tornou a primeira mulher negra imortal da ABL, reconstrói a história do Brasil a partir da experiência de uma mulher negra escravizada, influenciando debates sobre identidade, memória e reparação histórica. Compre na editora Comédias da vida privada: antologia, de Luis Fernando Verissimo Essa coletânea reúne crônicas que consagraram Verissimo como um dos maiores cronistas do país. Com humor afiado e observação precisa, o autor transforma situações banais em comentários sofisticados sobre comportamento, política e relações humanas. O autor faleceu em agosto, aos 88 anos. Compre na editora Sitiados: a saga do Congresso de Ibiúna em 1968, de Jason Tércio O livro narra o Congresso clandestino da UNE realizado em Ibiúna, em 1968, que terminou na maior prisão em massa da história do Brasil durante a ditadura militar. Com base em documentos e depoimentos, o jornalista Jason Tércio reconstrói os bastidores do movimento estudantil e transforma o episódio em um retrato contundente da repressão e da resistência democrática às vésperas do AI-5. Compre na Livraria da Vila A filha perdida, de Elena Ferrante Romance intenso sobre maternidade, culpa e autonomia feminina que antecede a famosa tetralogia napolitana. Ferrante constrói uma narrativa inquietante ao acompanhar uma mulher que confronta escolhas do passado e os limites entre amor, abandono e liberdade. A autora, conhecida por seu anonimato, tornou-se um fenômeno editorial e crítico mundial. Compre na editora Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles Marco da poesia brasileira ao transformar a Inconfidência Mineira em matéria lírica e reflexão histórica, Cecília Meireles recria o episódio colonial com rigor poético, dando voz tanto aos inconfidentes quanto às figuras anônimas silenciadas pelo poder. A obra ultrapassa o registro histórico para discutir temas universais como liberdade, opressão, justiça e memória, reafirmando o papel da literatura na construção da identidade nacional. Compre na editora Sátántangó, de László Krasznahorkai Com narrativa densa e hipnótica, o romance retrata uma comunidade em ruínas, presa a ciclos de ilusão e decadência. Uma obra exigente, marcada por longos parágrafos e reflexão profunda sobre tempo, esperança e desintegração social. Sua prosa hipnótica influenciou o cinema de Béla Tarr e lhe rendeu o Prêmio Nobel de Literatura. Compre na editora Nego tudo: ficções súbitas, de Andréa del Fuego A coletânea apresenta narrativas curtas e incisivas que exploram o desconforto, o desejo e a violência simbólica. Andréa del Fuego, vencedora do Prêmio José Saramago, provoca e desconstrói expectativas do leitor, desafiando certezas e revelando o estranho escondido no comum. Compre na editora O Evangelho Segundo Jesus Cristo, de José Saramago Ao recontar a história de Jesus sob uma perspectiva humana e crítica, o autor questiona dogmas religiosos e a relação entre Deus, poder e sofrimento. Com sua prosa marcada por longos períodos e ironia filosófica, Saramago propõe uma reflexão profunda sobre culpa, destino e livre-arbítrio. O livro provocou intenso debate público, foi alvo de censura em Portugal e consolidou o escritor como uma das vozes mais ousadas da literatura mundial, contribuindo para sua projeção internacional antes da conquista do Prêmio Nobel de Literatura, em 1998. Compre na editora Coração sem medo, de Itamar Vieira Junior Após o sucesso de Torto Arado, Itamar aprofunda temas como ancestralidade, afeto e desigualdade social. Com prosa sensível, Itamar constrói personagens atravessados por memória, pertencimento e resistência em uma escrita lírica e comprometida. Compre na editora Ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim, de Ruy Castro Ruy Castro presta uma homenagem detalhada a Tom Jobim, revelando histórias, bastidores e curiosidades sobre o compositor. Um retrato afetuoso de um dos maiores nomes da música brasileira. A obra foi eleita Livro do Ano no Prêmio Jabuti 2025. Compre na editora Eu sei por que o pássaro canta na gaiola, de Maya Angelou Em sua autobiografia, Maya Angelou narra sua infância e juventude em meio ao racismo e à violência. O livro transforma dor e resistência em um símbolo de luta, voz e emancipação. Compre na Amazon Relato de um Certo Oriente, de Milton Hatoum Romance de estreia de Hatoum, a obra aborda memória, imigração e identidade a partir de uma família de origem libanesa na Amazônia. Uma narrativa delicada sobre pertencimento e silêncio. Milton se tornou imortal da ABL em 2025. Compre na editora Explosão Feminista, de Heloisa Teixeira A autora, que faleceu em março, analisa as transformações recentes do feminismo, conectando ativismo, cultura digital e disputas políticas. O livro é referência para compreender os novos rumos do movimento no Brasil. Compre na editora A palavra que resta, de Stênio Gardel O romance aborda afetos silenciados e repressões no interior do país, acompanhando um homem que revisita o passado para compreender um amor que não pôde viver. Com delicadeza e força, Stênio Gardel debate sobre identidade e diversidade na literatura brasileira. Compre na editora O Tempo e o Vento: O Continente, de Érico Veríssimo Para relembrar os 50 anos sem Veríssimo, o primeiro volume da trilogia que narra a formação do Rio Grande do Sul. No livro, o pai de Luis Fernando Verissimo acompanha gerações de famílias, mesclando história, política e drama humano em uma saga épica. Compre na Amazon Ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton Krenak Resultado de palestras e reflexões, o livro é leitura fundamental para debater meio ambiente. Krenak, imortal da ABL, propõe uma revisão profunda da relação entre humanidade e natureza em textos curtos e provocativos que questionam o modelo de civilização ocidental e propõe novas formas de relação com a natureza. Compre na editora Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa Fragmentado e introspectivo, o livro reúne reflexões sobre tédio, identidade e existência. Escrita sob um dos heterônimos de Pessoa, cuja morte completou 120 anos, a obra é um mergulho profundo na inquietação do mundo moderno. Compre na editora Fonte: TVT News Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da TVT News.












