Resultados de busca
Buscar neste site
167 resultados encontrados com uma busca vazia
- Os frutos do Projeto Cancionistas e o cultivo de Fabiano Hablas
Mariusa Kineuchi O Sul em Cima 25/2025 Projeto - Cancionistas, Vol. 1 - Primeiro álbum gravado com canções desenvolvidas no curso de composição de Marcelo Segreto. Marcelo é cantor, compositor e idealizador do grupo Filarmônica de Pasárgada. São 18 faixas com canções inéditas e extremamente ricas em variedade, expondo a diversidade de estilos e personalidades dos compositores. Todas as canções do álbum Cancionistas, Vol 1 foram produzidas por Tomás Bloch, com exceção da música A Dor é Pó, produzida por Otávio Carvalho. Músicas: 01 - Cultivar Sementes - Paula Souto // 02 - Pão - Artur Mendonsa // 03 - Ciranda à Beira-Mar - Josiani Dionísio // 04 - A Gente Volta - Tomás Bloch // 05 - A Dor é Pó - Rafael Roma // 06 - Encantabismo - Amahra Teramae // 07 - Descomplicado - Cubo Fabiano Hablas é músico, poeta e compositor, nascido em Porto Alegre RS (1971) e criado em Curitiba-PR. Iniciou na música aos 13 anos de idade, ao violão, já compondo. Retornou ao Rio Grande do Sul em 1988 e atuou em grupos musicais, festivais e bares, em Cruz Alta-RS e Santa Maria-RS. Também foi ator e musicou peças de teatro, estabelecendo-se, novamente, em Porto Alegre-RS, no ano de 2020. A gravação de seu primeiro disco, intitulado Granjeio, lançado em fevereiro de 2025, foi concebida no início da pandemia, concomitante a um processo de luto, pela viuvez. Foram selecionadas 8 músicas, sendo 7 composições autorais, adequadas ao conceito do projeto, pelo arranjador e pianista Luiz Mauro Filho. São canções compostas ao longo da vida até o ano de 2020. Participaram da gravação do disco os músicos Luiz Mauro Filho (piano/teclados), Nico Bueno (contrabaixo), Lucas Fê (bateria), Pedro Figueiredo (flautas), Pablo Schinke (violoncelo), Giovanni Berti (percussão), Ronaldo Pereira (saxofone), Bruno Coelho (percussão), Jorginho do Trompete ( trompete, flughelhorn e trombone de pisto), Edu Saffi (contrabaixo acústico), James Liberato (guitarra) e Bernardo Zubaran (harmônica). Granjeio significa "cultivar", "colher". É a expressão, em música e poesia, do que se "plantou" ao longo de uma vida, essencialmente, em relação aos sentimentos e suas implicações na vida social. Fala, também, de natureza e fantasia, com uma mensagem positiva existencial. Músicas (01,02,03 e 05 de Fabiano Hablas) : 01 - Adejo // 02 - Flor da Manhã // 03 - A Dor // 04 - Granjeio - Fabiano Hablas e Mário Jorge Rangel // 05 - In Vino // 06 - Outubros - Fabiano Hablas e Leandro Carvalho Ouça O Sul em Cima na Rádio Nove domingo às 10h e sexta às 20h.
- A voz poderosa do espanhol Enrique Ramil
ENRIQUE RAMIL nasceu em Ares que é um município da Espanha na província da Coruña, na Galícia, em 18 de junho de 1984. É um cantor, músico, compositor e preparador vocal espanhol, reconhecido internacionalmente pela sua qualidade vocal e pelo seu nível interpretativo. Participou como concorrente em diferentes programas de televisão espanhóis, como Operación Triunfo, The X Factor e venceu a segunda temporada de Tierra de Talento (2020). Em 2024 ganhou a Gaivota de Prata de Melhor Interpretação Internacional no Festival Internacional da Canção de Viña del Mar com a canção ''La última vez''. Enrique lançou os álbuns: VO (2008), Juguetes Rotos (2011), Thank you (2015), Ramil y una noches (2019), La noche de las canciones perpetuas - En Vivo (2024) e em maio de 2025 , o álbum Soledad, além de ter vários singles lançados. Ele já se apresentou na Espanha, América Latina e Estados Unidos. Aos três anos de idade, Enrique Ramil começou a cantar no coro paroquial da sua cidade natal. S ua mãe era a diretora do coral. Enquanto isso, seu tio, Manuel Ramil, foi pianista da banda espanhola Mago de Oz por anos. Aos dezenove anos, Enrique mudou-se para Madri, onde frequentou aulas de canto e teatro musical. Sua carreira profissional começou em 2005 e, desde então, já se apresentou em diversos palcos, como nas ruas de Londres, televisão, teatros, entre outros espaços. Enrique é um cantor que cultivou a voz a vida toda. Ele canta, sobretudo, canções para mulheres. E sua voz é camaleônica: é um tenor com a capacidade de atingir notas muito agudas, mas também é perfeito nos tons mais graves. Sua voz é suave, porém poderosa. E sempre dramática. Enrique Ramil é artista LGBTQIAPN+ . Sua orientação sexual nunca foi questionada em casa. "Mesmo sem buscar isso, ao ser livre e cantar músicas que convidam à liberdade, acredito que estou me engajando em um ativismo tão necessário quanto os protestos sociais", explica. Músicas: 01 Totem de Cristal - Carlos Law / Enrique Ramil / Jorge Vélez // 02 - La Moneda de la Soledad - Enrique Ramil, Daniel Huen, Will Cartaya y Angel Hasegawa - Coros: Aixa Romay, Julietta Barro, Nuria Boreal // 03 - Sin Raíz - Esmeralda Cantoral, Enrique Ramil y Joey Benjamin // 04 - Cuando Esté Contigo - A. Matheus, E. Ramil, G. Garibaldi, L. Castillo - Coros: Aixa Romay, Julietta Barro, Nuria Boreal // 05 - Prefiero ser la Otra - Yasmil Marrufo / Mario Cáceres - feat. Yasmil Marrufo - Coros: Yasmil Marrufo, Angel Hasegawa, Will Cartaya // 06 - La Última Vez (Èter Version) - Ángela Dávalos, Enrique Ramil e Paty Cantú // 07 - Dos Shots - Enrique Ramil y Ángela Dávalos - Interpretada por Enrique Ramil y Taiga Brava // 08 - Perdóname - R. Martin / Y. Romero / B. Luengo / A. Rayo // 09 - 90 Minutos - Vanesa Martín // 10 - 18 Años - P. Auriat / B. Jean / G. Simone / S. Pascal // 11 - Mi Soledad y yo - Alejandro Sanz // 12 - El Reloj - Roberto Cantoral - (músicas 11 e 12) Extracto del concierto "La noche de las canciones perpetuas" // 13 - Volcanes - Enrique Ramil /Antonio Ferrara Ouça na Rádio Nove domingo às 10h e sexta às 20h.
- A resistência étnica da cantora norueguesa Mari Boine
Da equipe de Luz para Mundos Remotos Río Colorado, Argentina Foto: Gregor Hohenberg / Divulgação Mari Boine é uma cantora norueguesa pertencente à etnia saami, conhecida por combinar rock e jazz com a música yoik de sua terra natal. Seu primeiro sucesso foi “Gula Gula”, lançado em 1989, e ela continuou gravando álbuns populares ao longo dos anos 90. Hoje, no LPMR, o álbum IN THE HAND OF THE NIGHT que Mari Boine gravou em 2006. Mari Boine cresceu em Karasjok, no norte da Noruega. Seus pais eram da etnia saami e viviam da pesca do salmão. Mari foi criada imersa no ambiente natural da região, mas também em meio ao rigoroso movimento cristão que possibilitava a discriminação contra seu povo. Cantar no estilo tradicional yoik era considerado uma obra do diabo. Além disso, a escola local que ela frequentava refletia um mundo completamente diferente do de sua família, pois tudo o que era ensinado lá era em norueguês. Uma história que se repete em diferentes pontos do planeta. Ao crescer, Mari começou a se rebelar contra a situação de ser considerada uma mulher inferior pela sociedade norueguesa por ser lapona. No encarte incluído em seu primeiro álbum, “Leahkastin”, ela critica ironicamente o racismo de seu país. Em 1994, foi convidada para interpretar a música de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno... No entanto, recusou-se a fazê-lo porque percebeu que se tratava de uma tentativa de atrair as minorias, sem um interesse genuíno. Em 2003, Mari Boine foi galardoada com o Prêmio de Música do Conselho Nórdico. Da mesma forma, em 2009, foi nomeada “cavaleira” pela Real Ordem de São Olavo graças à sua diversidade artística. Suas canções são fortemente influenciadas por sua experiência de pertencer a uma minoria discriminada. Mari Boine canta no estilo folclórico tradicional dos lapões, modulando sua voz e acompanhando-a com uma ampla gama de instrumentos, tanto próprios quanto estranhos à sua cultura. Sua discografia se estende desde 1985, com o álbum AFTER THE SILENCE , até 2017, com SEE THE WOMAN , em quatorze trabalhos como intérprete solo ou acompanhando outros músicos. O povo lapão ou saami habita a Lapônia, uma região que se estende pelo norte da Noruega, Suécia, Finlândia e a península de Kola, no noroeste da Rússia. Arqueólogos descobriram vestígios de um povo que vivia da pesca e da caça de renas selvagens nesses mesmos locais. Esses vestígios sugerem um povoamento estável das costas árticas escandinavas em um período situado entre 7000 e 2000 anos a.C. Atualmente, considera-se que os lapões são a primeira população autóctone conhecida da Escandinávia e reivindicam seus direitos como povo indígena. O texto deste programa foi extraído da Wikipedia e da página oficial de Mari Boine. O disco que ouvimos hoje, IN THE HAND OF THE NIGHT , foi gravado e lançado em 2006. Ouça na Rádio Nove domingo às 17h e quarta às 20h.
- Escute e celebre as mulheres da música
A música é força. A palavra é denúncia. E a Hora do Sabbat é espaço de escuta ativa. Na edição de hoje, fortalecemos a campanha #PorHelenaPorTodasNós e damos palco às vozes de mulheres que não se calam: Nina Oliveira, Capicua, Catarina Dee Jah e tantas outras. Escute e conte nos comentários: Qual música mais atravessou você neste episódio? Ouça na Rádio Nove sábado às 20h e domingo às 7h. #EscuteMulheres #HoraDoSabbat #PorHelenaPorTodasNós
- Lançamentos de Cogulezo, Borabaez, Chameleo e Luma Pietra
Luma Pietra. Foto: Divulgação Guilherme Miquelutti Mais um SomTemporâneo chegando até você para apresentar um pouco do vasto universo da novíssima música brasileira, com lançamentos comentados de Cogulezo, A Outra Banda da Lua, Jangada Pirata, Luma Pietra, Bruna Alimonda, Getúlio Abelha, Louise, Paolo Ravley, Kia Sajo, Chameleo, Borabaez, Aqno e Juan Guiã . Músicas tocadas no programa: 1. Cogulezo - Deixa Chover 2. A Outra Banda da Lua - Sol na Mulêra 3. Jangada Pirata - Mulher 4. Luma Pietra - Contigo Azul 5. Bruna Alimonda - Besta 6. Getúlio Abelha e Louise - Essa Novela 7. Paolo Ravley - Ilha de Jah 8. Kia Sajo - Cores Quentes 9. Chameleo - Impostor 10. Borabaez e Anastácia - Êtá, Viu! 11. Aqno - Sobrou Pra Você 12. Juan Guiã - O Coração Ouça na Rádio Nove O SomTemporâneo vai ao ar pela Rádio Nove domingo às 11h e segunda às 19h.
- O jazz multifacetado de Myriam Alter
Da Equipe de Luz para Mundos Remotos Río Colorado, Argentina Myriam Alter é uma compositora e pianista de jazz de origem belga, com raízes judaico-sefarditas. Sua carreira é incomum porque ela se dedicou profissionalmente à música já adulta, depois de ter estudado psicologia e trabalhado em publicidade. Ela é reconhecida principalmente por suas composições, cheias de romantismo e melancolia, mais do que por sua habilidade como intérprete. Frequentemente, ela confia o piano de suas gravações a músicos de prestígio mundial. Seu álbum “Alter Ego” (1999) a lançou à fama e, em trabalhos posteriores, como “If” (2002), ela colaborou com figuras internacionais como o bandoneonista argentino Dino Saluzzi. Sua música é uma rica mistura de influências, combinando jazz, música clássica e ritmos latinos e orientais, o que cria um som distinto e muito pessoal. Em resumo, Myriam Alter é uma figura atípica e respeitada no jazz pela profundidade e originalidade de suas composições, que refletem sua vida e suas raízes culturais. Ouça na Rádio Nove domingo às 17h e quarta às 20h.
- O progressivo tardio do álbum Depois do Fim, do Bacamarte
Foto: Divulgação O programa Rock Brasil 70 apresenta uma edição especial dedicada ao álbum Depois do Fim , do Bacamarte , um dos discos mais cultuados e singulares do rock progressivo brasileiro. Lançado de forma independente em 1983 (com o apoio da "maldita" Fluminense FM), mas de estética e alma setentista, o trabalho se consolidou ao longo dos anos como uma obra de referência pela densidade estética, pela construção conceitual e pela liberdade criativa do grupo. Formado no Rio de Janeiro na década de 1970, o Bacamarte construiu um som que dialoga com o rock progressivo europeu, influenciados por King Crimson, PFM, Yes e Van der Graaf Generator, mas sem perder identidade própria, combinando longas estruturas instrumentais com mudanças de andamento e atmosferas cinematográficas. Destaque para a guitarra do líder Mario Neto e para os vocais da então inciante Jane Duboc. No programa, o álbum é apresentado em seus diferentes movimentos, com contextualização histórica e análise musical das faixas. A edição propõe uma escuta atenta de Depois do Fim como obra integral, ressaltando sua importância no panorama do rock brasileiro dos anos 70 e seu reconhecimento tardio como disco cult , redescoberto por colecionadores e ouvintes ao redor do mundo. Músicas tocadas no programa: UFO Smog Alado Miragem Último Entardecer Depois do Fim Contemplação Ouça na Rádio Nove O Rock Brasil 70 vai ao ar pela Rádio Nove no domingo às 12h e terça às 19h.
- Dani Black e Tico Santa Cruz: novidades no pop brasileiro
Fotos: Divulgação O Aplauso desta semana recebe dois artistas que estão iniciando na cena pop ou ampliando a sonoridade desse nicho musical. Dani Black , que é um compositor prolífico e muito ligado à MPB, mergulha na sonoridade pop, no álbum Uma Cidade Chamada Eu Mesmo , graças à produção do trio Los Brasileiros . A segunda entrevista do programa é com Tico Santa Cruz , principal compositor da banda Detonautas que está preparando disco novo, com previsão de lançamento para 2026. O single que antecede o álbum cheio chama-se Potinho de Veneno e marca o início do trabalho do Detonautas com a dupla de produtores Pablo Bispo e Ruxell que apostam a ampliação do pop rock para outras praias: do rock clássico dos anos 1960 aos ritmos do Pará. A conferir. Confira as músicas tocadas no programa: Potinho de Veneno (Tico Santa Cruz) – Detonautas Quando o Sol Se For (Tico Santa Cruz) – Detonautas Olhos Certos (Tico Santa Cruz) – Detonautas Segredos (Tico Santa Cruz) – Detonautas e Frejat Carta aos Missionários (Cal Galvão/Marcelo Hayena/Nilo Nunes) – Detonautas Muda Tudo (Dani Black) – Dani Black Come com os Olhos (Dani Black) – Dani Black e Joyce Alane Because Ousa (Dani Black) – Dani Black Levitando (Dani Black) – Dani Black Apresentação: Carmen Delpino Trabalhos técnicos: Leandro Gregorine Ouça na Rádio Nove O Aplauso vai ao ar pela Rádio Nove domingo às 9h e quinta às 19h.
- A inesperada conexão entre Paramore e Filipe Luís
Foto: Ralph PH, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons Bruno Lourenço e Maurício de Santi O Capítulo Rock traz um episódio imperdível dedicado à banda Paramore , conectando a energia dos hits da Hayley Williams à trajetória vitoriosa do técnico Filipe Luís, rubro-negro fanático por rock e flagrado com camisa da banda em evento do Flamengo. O programa percorre a história da banda desde 2004, álbuns como Riot!, Brand New Eyes e This Is Why, curiosidades sobre mudanças de formação e paralelos com a adaptabilidade tática do treinador campeão continental. A playlist trazida pelo Capítulo Rock inclui clássicos como Misery Business, Still Into You, Ain’t It Fun, Hard Times e This Is Why. Ideal para fãs de rock e Nação rubro-negra, o episódio celebra títulos no campo e refrões eternos. Confira as músicas tocadas no programa: Misery Business That’s What You Get Decode Still Into You Ain’t It Fun The Only Exception Hard Times Caught in the Middle Last Hope This Is Why Crave Careful Playing God Ouça na Rádio Nove O Capítulo Rock vai ao ar pela Rádio Nove no domingo às 13h e na terça às 20h.
- Érico Moura entre a música e a psiquiatria
Foto: Divulgação Nessa edição de O Sul em Cima, vamos mostrar o trabalho do cantor e compositor Érico Moura . . Nascido na capital gaúcha em 1977, Érico Moura sempre dividiu a carreira artística com a vida médica. No colégio, em 1994, iniciou sua carreira musical cantando no Coro do Projeto Prelúdio (UFRGS), passando também pelo Coro dos Contrários, entre 1999 e 2000, quando formou a banda Universo Colorido com Marcelo Fruet, e juntos produziram um EP. Em 2007, lançou seu disco de estréia, C.O.L.E.T.Â.N.E.A , mas em seguida teve que se afastar temporariamente da carreira artística para se dedicar à residência em Psiquiatria até que, em 2014, percebeu que não conseguiria viver sem música. Desde então, não parou mais de compor e tem uma intensa produção, parte dela já incluída no elogiado disco AMARÉ, de 2019 e no álbum Tudo é processo (2021). O destaque global do portoalegrense Érico Moura foi o único brasileiro a representar o país no evento The Global Music Festival 24:1900 , que ocorreu em 21 de dezembro passado, às 19h de cada fuso horário, reunindo 24 artistas independentes de 24 fusos horários do planeta em 24 horas ininterruptas de música. Idealizado pelos britânicos Mark Gee e Mike Young, o 24:1900 nasceu para dar visibilidade às bandas, revelações e nomes consagrados da música indie em todo o mundo, como alternativa às plataformas tradicionais de streaming. O DVD, que chegou às plataformas de streaming no dia 29 de abril, é composto por doze canções dos álbuns “AMARÉ” (2019) e “Tudo é Processo” (2021) e os singles “Arregaça”, “Gota D’Água”, “Cerveja com Diabo” e “Oração (pelo menos dois)”. No dia 1ª de maio, Érico Moura subiu ao palco do Espaço 373 em Porto Alegre/RS, para apresentar as músicas do DVD durante o The Global Music Festival. O show contou com a banda que acompanhou o artista no festival: Gian Becker (trompete, contrabaixo e backing vocal), Lorenzo Flach (guitarra), Luciano Granja (guitarra e violão) e Bruno Neves (bateria). O portal uruguaio Cooltivarte o citou como um representante do templadismo, movimento que equilibra tradição e inovação na música. Em sua discografia, constam parcerias com Paola Kirst, Carlinhos Carneiro, Rafael Malenotti, Jr Tóstoi, Akeem e Bibiana Petek, além de um álbum ao vivo gravado em duo com Gian Becker. Sua sonoridade singular, aliada a uma interpretação intensa, faz dele um dos nomes mais autênticos da nova cena brasileira. Paralelamente à música, Érico atua como psiquiatra e psicoterapeuta, com doutorado pela UFRGS. Atualmente, trabalha em seu consultório particular e está em pré-produção de seu próximo álbum. Confira as músicas tocadas no programa: 1. Eu sendo eu (being me) – Érico Moura 2. Cerveja com Diabo – Érico Moura 3. Calma – Érico Moura, Gian Becker e Ricardo Barpp 4. Vou te levar comigo – Érico Moura 5. Gota D’Água – Érico Moura 6. A brisa e a maré – Érico Moura e Sérgio Furtado 7. Tantas coisas – Érico Moura 8. Mais de mil – Érico Moura, Sérgio Furtado e Daniel Masutti 9. Oração (pelo menos dois) – Érico Moura 10. Vamos dar risada dos meus caprichos – Érico Moura e André Lucciano 11. Arregaça – Érico Moura 12. Dando a volta nas estrelas – Érico Moura e Gian Becker Ficha técnica: Direção: Kleiton Ramil Apresentação: Márcio Celli Produção: Mariusa Kineuchi Montagem: Eduardo Beda Ouça na Rádio Nove O Sul em Cima vai ao ar pela Rádio Nove domingo às 10h e sexta às 20h.
- Os melhores álbuns de 2025 pelas novas caras da música brasileira
A cantora Jadsa. Foto: Liz Dórea/Divulgação Guilherme Miquelutti Chegou a hora de retrospectiva do SomTemporâneo com os 12 melhores álbuns de 2025, lançados pelas novas caras da música brasileira. Nesta primeira parte vamos conferir os discos Big Buraco, da Jadsa ; Carranca, da Urias ; Cara Ideal, do Lucas Pretti e Sal de Casa da banda Jangada Pirata . Confira as músicas tocadas no programa: 1. Jadsa - Big Buraco 2. Jadsa - Sol na Pele 3. Jadsa - Big Bang 4. Jadsa - 1000 Sensations 5. Urias e Criolo - Deus 6. Urias - Vontade de Voar 7. Urias - Vênus Noir 8. Urias - Voz do Brasil 9. Lucas Pretti - Falo Demais 10. Lucas Pretti e Johnny Hooker - Egoísta 11. Lucas Pretti e Dj Gabriel do Borel - Safado 12. Lucas Pretti - GPS 13. Jangada Pirata - Bandeira 14. Jangada Pirata - Santos Dias de Luz 15. Jangada Pirata - Mulher 16. Jangada Pirata - Vai Sofrer Ouça na Rádio Nove O SomTemporâneo vai ao ar pela Rádio Nove domingo às 11h e segunda às 19h.
- Vozes da Ciranda: memória, escolha e criação
Imagem: Divulgação Hora do Sabbat Se tem roda, tem história viva. No episódio 5 da temporada, o Hora do Sabbat invoca mais um giro da série Vozes da Ciranda . Sarah Mascarenhas e Elayne Bione nos conduzem num programa que pulsa memória, escolha e criação. Camila Genaro , contadora de histórias e mulher de palavra encantada, revela sua missão como guardiã da cura. Virgínia Brasil , a DJ Vibra, nos lembra que estar viva é também dançar com presença — plural como ela mesma. Colunas As colunas sopram como vento que muda a direção das coisas: Diez nos pergunta “o que é arte?” e responde com a criação de uma língua que não existe — mas que sentimos. E no Diário de uma Bruxa , Alessandra Xavier segue tecendo os dias de Amanda, personagem que habita uma ficção encantada e intensa, onde o cotidiano vira feitiço e reflexão. É teatro, é escuta, é travessia. A trilha sonora firma o passo com Mariene de Castro, Siba Puri, Kaê Guajajara, Brisa Flow e Luiza Lian . Abril Indígena reverenciado, corpo aceso, palavra entregue. Próximo programa Na próxima edição, é Sarah quem senta no centro da roda: entrevistada pelas oito colaboradoras do programa às vésperas de completar 45 anos. Um rito de passagem coletivo — pra quem escuta com o peito aberto. Escute, acesse o blog, compartilhe, entre pro grupo. A escuta é um movimento. E o movimento é agora. Saiba mais em horadosabbat.com.br Sugira uma pauta Quer entrar na comunidade? Envie uma solicitação Ouça na Rádio Nove O Hora do Sabbat vai ao ar pela Rádio Nove no domingo às 7h e no sábado às 20h.












